Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Do ano 303 ao ano 395 d.c. (1000 anos d.c.)

Ano 303 - "Grande Perseguição" aos cristãos, desde este ano até ao ano seguinte.

Em 23 de Fevereiro, na festa das Terminalia, há perseguição aos cristãos em Nicomedia, e a Igreja de Nicomedia é arrasada.

A perseguição à Igreja é baseada na acusação feita aos cristãos de terem tentado pôr fogo ao Palácio Imperial.

 Na sua luta contra o cristianismo, Diocleciano subestima no seu cálculo doutrinário a eficácia das medidas persecutórias o que, em verdade, é a única vez que sucede. Deste modo a sua perseguição contra os cristãos este ano e seguinte, é inútil.

. As Comunidades cristãs peninsulares (Ibérica) reúnem-se no Concílio de Elvira (Granada), este ano, tendo já 19 bispos e 24 presbíteros. Três dos bispos são da Lusitânia: Libério de Mérida, Vicente de Ossónoba e Quinciano de Évora.

. Este ano, dá-se o Início da Perseguição aos Judeus.

 

Ano 313 - O Edicto de Milão, promulgado por Constantino Magno, proíbe a perseguição ao cristianismo no Império Romano.

 

Ano 314 - Este ano, Constantino manda reunir um Sínodo em Arles (Provença), com vista a dilucidar alguns aspectos internos da Igreja que ameaçam adquirir relevância política. Seja, por exemplo, a polémica Donastie (assim chamada pelo nome do bispo Donato de Cartago, que insiste na exclusão da Igreja de todos os pecadores).

. Ano do Édito de Milão; pelo qual o Imperador Constantino declara a protecção Oficial das Autoridades Romanas ao Cristianismo.

 

Ano 332 - Devido à Tradição que situa a sepultura de Pedro ao pé da colina do Vaticano, Constantino manda aí erguer uma Basílica, este ano.

. A partir deste ano os arrendatários, ficam vinculados à gleba. Os donos dos domínios passam a ter poder senhorial e de governo, muitas vezes por simples usurpação.

 

Ano 350 - Desde este ano, Tribos germânicas Ocidentais mais pequenas (por exemplo: Sálios, Camavos, Bructeros, Usípios, Ansivários), que no seu conjunto se chamam "Francos", estendem-se desde os rios Ems, Lips, Reno, Mosela, passando pelo Mosa e Escalda, até chegarem ao Soma; Dinastia Merovíngia.

 

Ano 354 - Santo Agostinho, desde este ano até ao ano 430, o mais influente de todos os teólogos latinos, argumenta que os judeus, por sua mera existência, são parte do Plano de Deus, de vez que são testemunhas da verdade do cristianismo, com sua falha e humilhação simbolizando o triunfo da Igreja sobre a Sinagoga.

 

Ano 366 - O Pagão Amiano Marcelino comenta este ano a mundanização do clero cristão: “Quem tiver a sorte de alcançar a dignidade de bispo de Roma tem o futuro garantido. Recebe prendas das matronas, anda de carro, veste esplendidamente e faz que lhe sirvam banquetes magníficos, de modo que a sua mesa ultrapassa em muito a de um rei!” (Amiano Marcelino, 27,3,14.)

 

Ano 373 - O século IV vê a heresia instalada na África do Norte (Santo Agostinho passa a ser maniqueísta desde este ano), Ásia Menor, Grécia, Ilíria e até na Gália e Espanha.

 

Ano 395 - Divisão do Império de Roma: Império do Ocidente e do Oriente.

. Invasão da Grécia pelos Visigodos.

. Ao morrer Teodósio I, este ano em Milão, deixa dois filhos de tenra idade, e confia a sua juventude ao Vandalo Stilicon, marido de sua sobrinha, e cujos talentos e serviços o elevaram à dignidade de Capitão General do exército. Segundo as intenções do príncipe Teodósio I, seus dois herdeiros devem exercer o Poder Soberano sem divisões, e reinar em capitais diferentes, sem romper a unidade do Império. O Governo do Ocidente cabe a Honório, mas Arcádio (o mais velho dos dois irmãos), coloca-o em Constantinopla de baixo da tutela do Galo Rufino, Prefeito do Pretório.

. Teodósio I, morre em Milão em Janeiro e foi no espaço de mais de meio século, o único Imperador que, com a sua habilidade militar e força de carácter, exerceu um controlo pessoal contínuo sobre o Império Romano. De certo modo é irónico que a sua morte deixe o Império nas mãos de duas nulidades como são seus filhos. Arcádio, que detém nominalmente o poder em Constantinopla, e Honório, Imperador em Milão. O controlo dinástico de Teodósio sobre o Império Portucalense, ainda mais com o seu casamento-após a morte da sua primeira mulher-com Gala, filha de Valentiniano I.

. Quando Teodósio morre repentinamente em Milão, este ano, o "renascimento" teodosiano acaba. Os seus dois filhos, Arcádio e Honório, vão dividir o Império Romano, entre si. Arcádio passa a Imperador do Oriente; Honório, a Imperador do Ocidente. Como governantes, serão incompetentes, meros joguetes das suas cortes.

.Átila, nascido por volta deste ano, vai-se impor como senhor de um vasto Império Bárbaro e tentar impor a sua autoridade a todos os Germanos. Por uma incursão até aos muros de Constantinopla, vai impor a sua suserania ao Império do Oriente, depois voltar-se-á para o Ocidente.

. Neste ano nasce Átila, vai suceder a seu tio Rugas no trono dos Hunos. Vangloriando-se de ter recebido a sua espada directamente do Deus dos Hunos. Considerar-se-á que é designado para assegurar "O Império do Universo" e vai apresentar-se como o "Punho de Deus, do qual o céu se serve para castigar as nações". avançara primeiro sobre o Império do Oriente, forjando um imenso reino desde o mar Cáspio ao Reno. Em seguida porá o Império do Ocidente a ferro e fogo, reclamando metade das suas terras como dote pelo seu casamento com Honória, irmã do Imperador, que lhe envia o seu anel. Com os Francos e os Vândalos, invade a Gália. Saqueia Metz, mas vai poupar Paris, onde Santa Genoveva persuadira os habitantes a permanecer na cidade. Atingindo o Loire, Átila cerca Orleães e o assalto final estará já decidido quando, a 24 de Junho, surgem os exércitos coligados de Valentiniano, sob as ordens de Aécio e de Teodorico I, rei dos Visigodos. Obrigado a levantar cerco, Átila retira-se para Troyes, nos Campos Cataláunicos, onde recomeça o combate. Será uma autêntica carnificina para ambos os lados e Átila, vencido, reagrupa as suas forças para lá do Reno.

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. Este ano Teodósio partilha o Império entre os seus dois filhos, ninguém tem consciência de que se trata de uma ruptura definitiva, entre o Oriente e o Ocidente. Não é a primeira vez que uma tal medida é tomada por razões de eficácia administrativa de resto, a língua e as instituições permanecem romanas. Não obstante, a divergência de interesses surge rapidamente, tanto no domínio económico como no cultural e religioso. Constantinopla prospera e afasta-se de Roma, submersa pelos bárbaros.

. Esteano, Alarico I, à cabeça dos Godos, arrasa a Trácia, a Macedónia, a Tessália e o Peloponeso, até que Estilicão o derrota em Foloé. Alarico dirige-se então contra Honório. Em duas investidas invade a Itália do Norte, mas Estilicão vence-o em Plaisance e em Verona. Alarico lança-se sobre Roma, onde entra de surpresa a 24 de Agosto.

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Penso: ... preocupada com a reviravolta da humanidade

PublicadoPor lazulli às 20:39
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

1000 a.C (154 a 145)

Ano 154 a.C. - Púnico vence Calpúrnio. Calpúrnio perde 6000 homens, e entre eles o seu questor Terêncio Varrão. Ajudado pelos Vetões, uma tribo vizinha pela parte do oriente, Púnico desce sobre a Andaluzia e alcança uma cidade mediterrânica e põe-lhe cerco. Foi aqui morto por uma pedrada lançada pelos sitiados, mas os Lusitanos tomam por chefe a Césaro e continuam a guerra.

Ano 153 a.C - O pretor Lúcio Múmio perde contra Césaro uma poderosa batalha onde deixa 9000 mortos. Os Lusitanos, que arrebatam estandartes romanos, passeiam-nos pela Celtibéria, incitando  à luta as tribos desta região. Comandados por Cauceno, os lusitanos, atacam o Algarve e tomam Conistorgis. Passam à África e assaltam Okile, onde são destroçados por Múmio.

* Aliança lusitana entre Púnico, Caisaros, Caunceno e Vetões.
Os Lusitanos de Caisaros, vencem Mummio.
Os Lusitanos conquistam a sul, Conistorgis.
Os Cuneus Tornam-se súbditos de Roma.
• O pretor Lúcio Múmio perde contra Césaro uma poderosa batalha onde deixa 9000 mortos. Os Lusitanos, que arrebatam estandartes romanos, passeiam-nos pela Celtibéria, incitando à luta as tribos desta região. Comandados por Cauceno, os lusitanos, atacam o Algarve e tomam Conistorgis. Passam à África e assaltam Okile, onde são destroçados por Múmio.
(História de Roma)
- Os Lusitanos "Comem sentados em bancos, dispondo-se entre segundo as idades e dignidades, os alimentos circulam de mão em mão, enquanto bebem, dançam os homens ao som de flautas e trompetas, saltando alto e caindo de joelhos (...)
Os homens vestidos de preto, na sua maioria com mantas de lã (sagas). As mulheres de vestido com adornos florais".

Ano 152 a.C. - Este ano os selêucidas abandonam sua tentativa de helenizar Judá pela força e reconhecem Jônatas, agora chefe de família, como sumo sacerdote, uma função que os hasmoneanos devem exercer por 115 anos.
* Veem-se fios de virgem em veii
* O pretor Marco Atílio substituiu Múmio este ano e consegue tomar uma grande cidade lusitana: Oxthracas. M. Marcelo, governador da Citerior, vem em seu auxílio e derrota dos Lusitanos.


Ano 151 a.C. - Sérvio Sulpício Galba, massacra milhares de lusitanos depois destes se terem, rendido, é absolvido em julgamento, embora a sua culpabilidade seja palpável. Muita pouca gente em Roma se preocupa com o que acontece aos bárbaros.
* A nova guerra contra os Celtiberos termina este ano. Estas guerras Hispânicas causam grandes dificuldades e custos elevados aos romanos, assim como enormes desastres para os Hispanos, que sofrem inúmeras atrocidades.
* Sérvio Sulpício Galba é o pretor designado para a Hispânia Ulterior este ano. O seu primeiro recontro com os lusitanos dá-.se a norte de Carmona, lugar onde o pretor se acolhe depois da derrota, perdidos 7000 dos seus homens. Galba passa o inverno em Conistorgis, no Algarve.


Ano 150 a.C. - No fim do Inverno, as tropas lusitanas são vítimas de uma armadilha, sendo repelidas pelo pretor Sérvio Sulpício Galba, governador da Hispânia Ulterior. Para conseguir a vitória, Galba conta com o apoio de Luculo, governador da península Citerior.
* Por volta deste ano, uma sublevação Macedónia, sob o comando de um pretendente chamado Andrisco, leva os romanos mais uma vez a intervir.
* Tem início a Terceira Guerra Púnica, quando Roma intervém numa disputa entre Cartago e o rei da Numíadia, Masinissa, amigo e aliado de Roma.
* Galba e Lúcio Licínio Luculo, este governador da Hiapanha Citerior, unem as suas forças contra os Lusitanos, embora cada um na sua frente. Luculo derrota e mata de uma vez 4000 Lusitanos. De outra vez cai sobre um grupo que se dirige a Gades (Cádis), mata 1500, os restantes fogem para um cabeço, ele cerca-os e fá-los prisioneiros. Depois informa Apiano, entra na Lusitânia e devasta-a região por região. Os lusitanos propõem a paz. Fingindo aceitar Galba convoca-os para lhes distribuir terras. Galba recebe os legados dos Lusitanos que vão propor a paz e reconhece a pobreza Lusitana: “ É a esterilidade dos vossos campos e a pobreza, que vos obriga ao latrocínio”. Por isso se quereis a amizade dar-vos-ei as terras de que necessitais, fixando-vos numa fértil planície que dividirei em três partes”.  Dividiu-os efectivamente em três grupos e depois de os ter obrigado a entregar as armas cerca-os com as suas tropas e ataca-os. Morrem 9000 Lusitanos que resistiram. 20 000 rendidos foram enviados para a Gália, como escravos.
* Este ano, Viriato encontra-se entre os lusitanos que Sulpício Galba cerca. Porém Viriato consegue escapar à chacina do pretor.
* O particularismo, tara hereditária do ramo ibérico, impede a união nacional. A revolta mais perigosa é a dos Lusitanos, povo muito independente que habita a região que hoje é Portugal. Um dos governadores romanos, Galba, cobre-se de vergonha este ano, quando, a pretexto de negociações, reúne 7 000 iberos e os manda cercar pelas suas tropas, vendendo parte deles como escravos e chacinando quase todos os outros. Uma das raras pessoas que conseguem escapar à armadilha de Galba, é um pastor de nome Viriato. Até aqui defendeu o seu rebanho contra animais selvagens e salteadores, mas, a partir deste momento põe-se à testa dos seus compatriotas e lança-se numa luta mortal contra os romanos perjuros.


Ano 149 a.C. - Fim do reinado em Roma, de Catão-o-Censor.
* Galba, acusado de tão grande perfídia aos lusitanos, no ano anterior é julgado, mas absolvido. O discurso de Catão a favor dos Lusitanos, não consegue a condenaçao de Galba, mas é determinante na criação de um tribunal para julgamento dos abusos dos pretores.
* Nem Catão nem Masinissa assistem à queda de Cartago. Morrem este ano. O rei Númida conta 90 anos.
* Galba é acusado em Roma, pelo crime aos Lusitanos no ano anterior, mas a Assembleia do Povo tem a imprudência de lhe perdoar.


Ano 147 a.C. - Viriato assume a chefia da resistência Lusitana, que levará a cabo uma luta de guerrilha com consideráveis vitórias sobre o exército romano. Os Lusitanos fazem uma incursão no vale do Bétis, na
Turdetânia, mas são repelidos pelas tropas romanas comandadas por Vetílio.
* A guerra reacende-se na Lusitânia, chefiada por Viriato. Cerca de 10 000 homens que haviam descido ao vale do Guadalquivir são cercados por Vetílio, governador da Ulterior. A dificuldade de romper o cerco obriga-os a negociar. Viriato, que se encontra no meio deles, recorda-lhes quanto é hábito entre os Romanos quebrar os acordos e mostra-lhes que a fuga, embora difícil, não é impossível. É aqui que tomam Viriato por seu chefe. Viriato dispõe os seus homens como para uma batalha campal e manda-lhes que a um sinal dado (quando montasse o cavalo) forcem o cerco pelos pontos mais fracos, em grupos apinhados. Os Lusitanos assim fazem e conseguem salvar-se. Durante dois dias Viriato, com 1000 cavaleiros, entretêm o exército romano nas vizinhanças da cidade de Urso, furtando-se-lhe e logo reaparecendo. Assim dá tempo a que os Lusitanos, dispersos em pequenos grupos, voltem a reunir-se em Tribola, a sul de Urso e o exército romano que os persegue é finalmente derrotado no vale de Barbésula (hoje Guadiano). Vetílio perde a vida e dos 10 000 homens apenas seis mil conseguem fugir e refugiar-se em Carteia. O questor de Vetílio toma o comando das tropas, mas não se atreve a contra-atacar. Dispondo de um exército de 5 000 indígenas, na
sua maior parte das tribos celtibéricas de Belos e Titos, foi estes que mandou contra Viriato, que não tem dificuldades em derrotá-los.
* As operações romanas tomam nova amplitude, graças à eleição para o consulado do jovem Públio Cornélio Cipião Emiliano. Este filho de Paulo Emílio e filho adoptivo de Cipião-o-Africano que herda o altruísmo e o bom senso do pai, mas talvez se pareça mais ainda com o seu cavalheiresco e generoso homónimo.

* O pretor Vetílio vence os dez mil lusitanos que atacam a Turdetânia. Viriato torna-se o chefe dos Lusitanos, vence Vetílio em Tríbola.
(Os Lusitanos no Contexto Peninsular)
* As uvas, os girassóis brancos, os espargos e outras plantas semelhantes só não produziam três meses no ano.


Ano 146 a.C. (608 a.C.) - Destruição de Cartago pelas legiões romanas. Com a destruição de Cartago Roma domina também uma parte do norte de África.
* Por insistência do velho Catão, os romanos decidem destruir a cidade. Os cartagineses resistem
desesperadamente, mas a cidade acaba por se render ao general romano Cipião Emiliano, que a arrasa este ano. O seu território constitui a nova província de África.
* Na primavera, Lélio consegue escalar o muro, mal defendido por uma guarnição esfomeada e penetra assim no porto interior. A cidade está tomada, mas a luta não terminou de modo algum. Os assaltantes ocupam a praça do mercado contígua ao pequeno porto, e avançam através das três ruas estreitas que conduzem à cidadela; sua marcha é lenta, pois as casas de seis andares têm que ser tomadas uma após outra. Passam assim seis dias terriveis para os habitantes da cidade, e terriveis também para os assaltantes; chegam enfim diante da rocha escarpada da cidadela, onde se refugiara Asdrúbal com o que lhe restava dos soldados. O resto da populção, refugiada na cidadela, pede para capitular. A vida é-lhes concedida a muito custo, e vê-se aparecer diante do vencedor 30 000 homens e 25 000 mulheres, menos da décima parte da antiga população.

* No começo do ano, os Aqueus entram na Grécia, na Tessália, para forçar novamente a obediência de Heracléia, no Eta, que, conforme o decreto do Senado, deixara a confederação Aquéia. O cônsul Lúcio Múmio, que o Senado enviara à Grécia, não chegou ainda: Metelo toma a si a tarefa de proteger Heracléia com legiões macedônias.
* Apesar das condições de paz muito duras, a prosperidade de Cartago não enfraquece, pelo contrário. Catão, o Antigo, pela sua famosa fórmula Deleuda est Carthago (Cartago deve ser destruída), leva os romanos a retomarem a luta. Uma expedição Púnica contra o seu aliado Massinissa, rei da Numidia, fornece-lhes o pretexto para uma terceira declaração de guerra. Mas a guerra tem uma causa mais profunda: Cartago deve ser aniquilada porque ameaça os interesses financeiros romanos. Desta vez, a cidade é totalmente destruída, este ano. Os sobreviventes são vendidos como escravos, a terra votada aos deuses dos infernos. O desaparecimento de Cartago arranca, até, lágrimas ao vencedor, Cipião Emiliano.
* A antiga cidade fenícia de Cartago, foi totalmente arrasada por Cipião Emiliano, este ano.
* A antiga cidade grega de Corinto foi destruída por Roma este ano, como exemplo para o resto do
Império. A marcha triunfal da expansão imperial de Roma termina com a destruição de Corinto e Cartago este ano.
* O poder de Cartago, tão orgulhosa do seu comércio, foi enfraquecido pelos romanos em três guerras que se caracterizaram por uma extraordinária violência. A cidade é finalmente arrasada por completo: “que Cartago seja destruída”, foi a sentença romana que se cumpriu.
* O pretor C. Pláucio Hipseu toma o comando da Hispania Ulterior, substituindo Vetílio, os lLusitanos saqueiam Carpetânia, a norte do tejo. Pláucio procura-os para lhes dar combate, mas deixa-se enganar por uma táctica á qual Viriato frequentemente recorre, simulando fugir com receio das armas romanas, os lusiatanos atacam a certa altura os perseguidores de surpresa e em terreno que os favorece. Pláucio, não obstante a derrota, segue os lusitanoas até Mons Veneris, onde Viriato está acampado. Sofre uma  derrota e renuncia a outras operações ate ao fim do seu mandato.

* Viriato mantem os seus homens em Mons Veneris.

* Viriato ataca Segóvia e Segobriga, cidades pró-romanas.
* Tomada de Cartago põe termo àTerceira Guerra Púnica, e a destruição de Corinto concluiu as
operações contra a Liga Acaia.
*
Outrora os Romanos tinham visto os Gregos apenas de longe. Admiravam as suas importantes descobertas científicas, as suas artes, a sua literatura e, em geral, o refinamento da sua cultura. Viam agora o reverso da medalha e, em primeirissimo lugar a incapacidade congénita dos Gregos para se entenderem uns com os outros. Novas dissensões obrigam Roma a intervir. Oos romanos enviam árbitos a Corinto, mas estes são recebidos com injúrias. Em seguida os gregos lançam-se uns contra os outros. Mas esta situação já dura há tempo de mais. E, este ano, o governador romano da Macedónia, penetra na Grécia e desbarata as tropas daqueles desordeiros. Os Gregos acabam de travar o último cambate para salvar a sua independência. O único resultado é passarem a estar sob a autoridade do governador romano da Macedónia, em vez de dependerem directamente do senado. Mas podem conservar a sua autonomia comunal, modificando-a no entanto, num sentido mais aristocrático. E são considerados aliados de Roma. Os romanos só lhes tiram um direito. O de fazerem a guerra ou concluírem a paz, o seu mais estimado privilégio, e os helenos têm de pagar a Roma em contrapartida da sua protecção armada.


Ano 145 a.C. -
O cônsul Q. Fábio Máximo Emiliano vem para a Hispânia Ulterior. A sua nomeação, como irmão de Cipião Africano, para um lugar exercido até aqui por pretores, é uma vitória da facção do Senado partidária dos Cipiões.
* Fábio recebe um exército de 17 000 homens, na sua maioria recrutas. Todo este ano, evita grandes recontros.
* Viriato triunfa sobre Nigídio, pretror da Hispania Citerior.

 

 

 

 

 

 

guerreiro lusitano

guereiro konii

guerreiros romanos

guereiros lusiatnos

 

 

 

 

 

Penso: ... a ver impotente o recuo da História do mundo

PublicadoPor lazulli às 20:52
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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

1000 a. C (485 a.C a 479 a.C)

 

 

Ano 485 a.C. - Aumento dos cônsules patrícios.

Condenação ao exílio de Xantipo pai de Péricles, e da família alcmeónida.

Xerxes Khjayarja ) lança-se contra o Egipto, consegue dominá-lo e impor-lhe um domínio bem mais árduo que aquele do falecido rei e confia-o a seu filho ou irmão Aquemenes.

Espúrio Cássio, quando cônsul, propõem a distribuição de terras e trigo aos cidadãos necessitados. Esta medida torna-o suspeito. Acusam-no de querer amotinar o povo. Logo que o seu mandato acaba, é apresentada queixa contra ele, de acordo com a tradição. O caso é entregue ao pai de Espúrio. em virtude dos seus poderes paternais. Este último faz o seu inquérito, concluiu pela culpabilidade do filho e condena-o à morte. Espúrio, foi três vezes cônsul, recebeu as honras de tribuno, casado e pai de família, mas continua sujeito à autoridade paterna.

Gélon, tirano de Siracusa, trava violentas lutas na Sicília. As suas proezas militares, fazem o deserto à volta da cidade de Siracusa. Camaria, Naxos e Mégara Hibleia, são despovoadas para engrandecer Siracusa, cada vez mais poderosa e imperial.


Ano 484 a.C. - Egipto nas mãos de Aquemenes, filho ou irmão de Xerxes.


Ano 481 a.C. - Atenas, procurando realizar a unidade militar da Grécia, chega a acordo com Esparta, no Outono, para a convocação duma conferencia geral das cidades gregas no istmo de Corinto. Só três dezenas delas, correspondem ao apelo. Incluíam as mais importantes, como Esparta e Corinto, mas registam-se muitas ausências.


Ano 480 a.C. - A segunda invasão Persa, à Grécia, comandada por Xerxes, provoca uma aliança entre a maioria dos Estados gregos para enfrentarem o invasor. Os Espartanos pretendiam como táctica a seguir, que as forças aliadas se retirassem para o Peloponeso e construíssem uma muralha no Istmo de Corinto e, desse modo, tentassem impedir a progressão do poderoso exército persa. Alegavam que só assim conseguiriam evitar a derrota e a consequente perda de liberdade. Mas uma decisão dessas equivaleria a entregar a maior parte da Hélade aos Persas, incluindo a Ática. Temístocles , dirigente de Atenas nesta altura e comandante das suas forças, discorda desta estratégia e quer que se enfrente Xerxes na parte continental e no mar, por entender que os Gregos tinham mais possibilidades num confronto naval. Para fazer valer a sua táctica, ameaça abandonar a causa grega e transferir a Pólis Ateniense para outro lugar. Nestes termos dirige-se ao rei espartano que comandava as forças gregas: “Se tu permaneces aqui, serás um homem de bem, mas se não o fizeres arruinarás a Hélade , já que todas as nossas possibilidades nesta guerra se encontram nos navios. Vá, segue o meu conselho. Se não atendes ao que te digo, nós recolheremos as nossas famílias e nos transferiremos para Síris , na Itália".

Os gregos metropolitanos vencem os Persas – os gregos ocidentais infligem uma derrota esmagadora aos Cartagineses.

Em busca de vingança, Xerxes invade a Grécia. Leónidas e os seus trezentos Espartanos, morrem heroicamente defendendo o desfiladeiro das termópilas. Os persas atravessam-no e vai incendiar Atenas. Temístocles esmaga a grande frota persa diante da ilha de Salamina. Uma grande luz brilhou e verificaram-se aparições para proteger os navios gregos.


Ano 479 a.C. - Este ano os Persas retornam à Grécia. A Ática, foi conquistada e Atenas semidestruída.  Esparta, à frente dos outros Estados gregos, atacou os Persas na Ática. Os Persas são derrotados em Platéia este ano. Ao mesmo tempo que o exército Persa é derrotado na Grécia Continental, as colónias gregas da Sicília derrotam os Cartagineses. Com a derrota dos Persas nas Guerras Greco-Pérsicas ou Guerras Médicas, os gregos tornaram-se agressivos, tendo procurado expulsar os persas para a Ásia.

Alguns vestígios da “hipotética” “organização gentilica ” subsistiram durante o período republicano, e podem ver-se, no feito da gens Fábia que este ano, trava uma guerra privada contra a cidade de Veios.

Este ano, na Terceira Guerra Médica, os Gregos impõe uma derrota definitiva aos Persas na batalha de Platéia.

No mar, Temístocles, comandante da esquadra ateniense, derrota os persas na batalha de Salamina, a mais importante das Guerras Médicas. Sem cobertura naval, o exército Persa abandona a Grécia e retira-se para a Ásia Menor, onde é vencido, este ano, pelo espartano Pansânias na batalha de Platéia. Com a vitória nas Guerras Médicas, a Grécia preserva a sua independência, restaura sua supremacia no mar Egeu e libera as cidades gregas da Ásia Menor do domínio persa. As principais consequências deste conflito são, de um lado, a decadência do Império Persa, e de outro, o desenvolvimento económico, politico e cultural da Grécia Clássica.

Depois de viajar durante 13 anos, Confúncio, instala-se definitivamente em Lu, onde compendia os seus apontamentos e até à sua morte este ano ensina os seus discípulos. Os seus últimos anos ficam ensombrados pela tristeza e pela doença já que morreram dois dos seus discípulos preferidos e ele próprio fica sozinho e doente.

Os Fábios tinham uma grande importância política. Durante sete anos consecutivos, até este ano (altura em que começa a campanha de Cremera ) é que um dos cônsules foi sempre um Fábio.

Penso: com sono

PublicadoPor lazulli às 16:36
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

1000 a.C. (508 a.c. a 491a.c.)

 

Ano 508 a.C. - Primeiro tratado entre Romanos e Cartagineses, delimitando os respectivos protectorados e áreas de influências.

Iságoras , é eleito arconte, este ano. O  rei de Esparta força os Atenienses a expulsarem Clístenes e com ele setecentas outras famílias. Uma drástica operação de limpeza que visa estabelecer uma apertada oligarquia que tenha em conta os interesses de Esparta. Estes planos deparam com a resistência do Dêmos e do Conselho. O povo compreende o perigo e, naturalmente, a reacção aristocrática de Iságoras e da sua facção, com a consequente perda de algumas regalias. Em face da resistência, os Espartanos retiram e Iságoras fica sem apoio. Chamado pelo Dêmos, Clístenes regressa e com ele as setecentas famílias exiladas. O Alcmeónida tem o caminho aberto.


Ano 504 a.C. - O chefe sabino, Átio Clauso , emigra para Roma, com 5000 clientes e dependentes; tomando o nome de Ápio Cláudio, é aceite no Senado e torna-se o antepassado da gens Cláudia.


Ano 500 a.C. - O território de Roma compreende uma superfície de uns 822 Km2, incluindo os novos distritos tribais estabelecidos por Sérvio Túlio. O Estado Romano incorpora, de facto, por volta deste ano, mais de um terço da superfície total do Latium Vetus.

O Norte da Itália sob ocupação celta. Uma tradição muito encoberta por lendas diz, que os Celtas foram tentados a invadir a Itália pela sua riqueza em produtos agrícolas, particularmente vinho. Segundo Tito Lívio, os Gauless atravessaram os Alpes antes deste ano.


Ano 499 a.C. - Vitória de A. Postúmio Albino, no lago Regilo. Os romanos conseguem uma escassa vitória, sobre os latinos, na épica batalha do lago Regilo este ano.

Aristágoras proclama a isonomia em Mileto.


Ano 498 a.C. - Tarquínio e os seus aliados atacam os Romanos junto do lago Régilo; Aulo Postumo implora aos deuses. De repente, aparecem dois cavaleiros gigantes, encabeçam uma carga de cavalaria e derrotam o inimigo. Todos os romanos juram que Roma foi salva por Castor e Pólux.

Os portos da Jônia, cujo desenvolvimento prometido era obstruído pelo insucesso de Dário, rebelaram-se. Mileto, lidera a revolta e pede reforços a Atenas e a Esparta. Os Atenienses, contribuiram com vinte navios e auxiliados pelos mesmos aliados, tomam e incendeiam • Sardes este ano. Esparta, porém, não atende ao pedido.


Ano 494 a.C. - Os plebeus, carregados de dívidas e vítimas de uma opressão arbitária, retiram-se em massa da cidade e ocupam o monte Sagrado (ou, segundo outra tradição, o Aventino). Ali se organizam no equivalente a um Estado independente, ou “Estado dentro de um Estado”. Criam uma Assembleia, o Concilium Plebis, e elegem os seus próprios representantes, conhecidos por Tribunos. O Tribunato aparece através do que os Romanos chamam Lex Sacrata, que é uma resolução colectiva reforçada por um juramento solene dos que a tomam. Os plebeus juram proteger os seus Tribunos e rogam pragas contra quem quer que lhes faça mal. Os Tribunos tornam-se assim, “sacrossantos”.

Os plebeus abandonam Roma e retiram-se para o Monte Sagrado, próximo da cidade. A retirada dos plebeus implica o enfraquecimento do exército romano. Assim sendo, os patrícios resolvem fazer uma série de concessões aos plebeus. A principal destas concessões é o direito dos plebeus elegerem um Tribuno da plebe, com direito de veto sobre as decisões dos magistrados, menos sobre as decisões militares dos Cônsules. Estes Tribunos, inicialmente em número de dois e mais tarde de dez, são invioláveis.

A partir deste ano, inclusive, é usada a secessão da plebe (forma extrema de desorganização civil. Nestas ocasiões a plebe retira-se em massa para o Aventino, que se vem a tornar mais tarde num centro de actividade plebeia.

A retirada para o monte Sagrado e a criação do Tribunato, parece ter ocorrido este ano, ano em que os Persas destroem completamente a cidade de Mileto.

Este ano, a maioria dos patrícios, apenas constrangidos, fazem concessões; muitos cedem com segundas intenções pouco confessáveis. O facto é particularmente verdadeiro no que se refere a Coriolano, Patrício conhecido pela sua intrépida coragem, mas também pelo orgulho desmedido que tem na sua ascendência. Reage ao Tribunato como um touro em face de um pano vermelho.

Dário depois de ter mantido um entendimento pacifico com Mileto, mas cansado das inúteis negociações resolve enviar contra a Jônia uma frota de seiscentos navios Fenicios e Cipriotas que destruíram as trezentas e cinquenta trirremes dos aliados amotinados. Com o verdadeiro repúdio de todo o mundo grego, Mileto é arrasada este ano, ao passo que as demais cidades sofrem massacres e deportações.


Ano 493 a.C. - No seguimento da primeira secessão “arma suprema da plebs, forma extrema de desobediência civil” Espúrio Cássio, cônsul este ano, consagra um templo a Ceres, Líder e Líbera no sopé do Aventino. Este templo torna-se um importante centro de culto plebeu e é também utilizado como tesouraria de arquivo. Ao mesmo tempo, a plebs cria dois cargos, os edis, cuja função é a de zelarem pela manutenção e administração do Templo (aedes).

A revolta do monte Sagrado desencadeia as lutas sociais em Roma. Os plebeus abandonam a cidade e, retiram-se para o monte Sagrado, só retornam após inúmeras concessões feitas pelos patrícios. As camadas populares conquistam o direito de eleger seus próprios magistrados, denominados tribunos da plebe. Eleitos através de plebiscitos, os tribunos têm o poder de veto, ou seja, de suspender a aplicação dos actos dos magistrados ou das decisões do Senado, que possam prejudicar os interesses plebeus.


Ano 492 a.C. - Tentativa fracassada do Imperador para submeter a Grécia.


Ano 491 a.C. - (263) Gaio Márcio, valente aristocrata que recebe o cognome de Coriolano, após a tomada de Coriolos, quando lhe recusam o consulado, propõe a suspensão das vendas do trigo tirado dos celeiros do Estado, até que o povo esfomeado abandone o tribunato; segundo outra versão, propõe directamente a abolição do tribunato.

* Os gregos, vencem o exército Persa de Dário I, em Maratona.

Penso: com o olhar perdido no nada

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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

1000 anos a.C (521 a 509)


Ano 521 a.C. - Dário I, o Grande, é rei a partir deste ano inclusive.

* Dário I, filho de Histapes, este ano, elimina com seis outros conjurados, o astrólogo Gautama, usurpador do trono, e herda o imenso Império Persa, que Ciro e Cambises haviam construído. Os conjurados haviam decidido que a coroa se destinaria àquele cujo cavalo fosse o primeiro a relinchar ao pôr do sol. Dário consegue-o, graças a um ardil do seu escudeiro, Zopyros. Começa  por criar um elo administrativo entre todos os seus povos, diferentes entre si, tanto pelos dialectos como pelos costumes.

* Dário I (Darayavaush) auxiliado pelos seus nobres leais, livra-se de Gaumata e também de outros possíveis usurpadores e sobe ao trono a 29 de Setembro .


Ano 520 a.C. -Com o pleno apoio do filho de Ciro, Dário, verifica-se neste ano, sob um líder oficial Zorobabel, cuja autoridade, como um descendente de David, é reforçada por sua designação, como governador persa de Judá. É essa a entrada na cena de Jerusalém da nova ortodoxia judaica, girando em torno de um templo único e centralizado e de seu culto. A obra do Templo começa imediatamente. É construído num estilo mais humilde que o de Salomão.

* O esforço dos Judeus regressados, limita-se muito tempo à construção do Templo de Jerusalém, que começa a sua construção em Outubro deste ano.

* Polícrates, governador de uma das cidades gregas, tirano aliado dos Pisístratos, morre este ano, vitima das suas ambições e Samos cai nas mãos dos persas.


Ano 517 a.C. - No Egipto, onde está por concluir o canal que foi iniciado por Necho , Dário ordena a sua conclusão e o magnífico curso de água, com uma largura de 45m e 60km de comprimento (desde os lagos Amargos até Bubástis , foi inaugurado este ano com grande cerimonia na presença do próprio Dário .

O grande canal favorece o Egipto e os portos fenícios mas exclui os da Jônia . Dário propõe a estes um grande território interriorano no lado oposto, nas regiões em torno do mar negro, Cítia e a Europa.


 

Ano 516 a.C.-Em seu 4º ano de reinado, Dário I dirige-se ao Egipto onde assume o título de faraó e cogita todos os meios de recuperar os danos de Cambise . em parte tem êxito nesta iniciativa, para a qual se apoia principalmente no clero da Saís.


Ano 515 a.C. - Reconstrução do Templo de Jerusalém.Terminada a sua construção a 12 de Maio, a coroa Persa consegue dele somas consideráveis de dinheiro mas também participa nos gastos do culto.


Ano 514 a.C. -A morte de Hiparco este ano numa querela, leva o irmão Hípias a endurecer a sua actuação e a tentar desarmar o povo. Para pagar a mercenários que o defendessem de qualquer revolta, Hípias necessita de dinheiro e introduz por isso um número considerável de impostos, como o lançado sobre o nascimento e a morte, que atinge praticamente todas as famílias.

Harmódio e Aristogíton assassinam Hiparco, um dos filhos de Pisístrato .


 

Ano 511 a.C. -É a pitagórica Crotona que, este ano, destrói a sua antiga aliada Síbaris : os habitantes são mortos, a cidade arrasada e o nome de Síbaris só vai sobreviver na lenda.

 

Ano 510 a.C. -Os Romanos derrubam o rei tirano, Tarquínio , o Soberbo, e fundam a sua famosa República. Tarquínio pede ajuda a Lars Porsena de Clúsio . Plínio, na sua História Natural, relata como Porsena dirigiu orações aos deuses que lançaram raios para destruírem Bolsena, a cidade mais rica da Toscânia; exactamente como o Senhor destruiu Sodoma e Gomorra.

Na Grécia o Governo inconstitucional imposto pela violência, a tirania de Pisístrato, que foi um homem hábil, deu à cidade uma época de paz, de prosperidade e de estabelidade - uma nova “idade de ouro”. Mas a queda da tirania dá-se este ano.

O inconformismo tanto do Demos como dos nobres, dá origem a 3 ou a 4 anos de lutas, de repressões e de intrigas atá que este ano uma conjura derruba a tirania e expulsa Hípias. Os Alcmeónidas, regressados do exílio tomam parte activa neste acontecimento.

Queda da tirania em Atenas, com a expulsão dos Pisístratos . Afastada a tirania, os aristocratas preparam-se para retomar, o jogo das facções no momento em que o haviam deixado no ano de 546. Sem demora formam-se dois grupos aristicráticos liderados por Clístenes e por Iságoras. O primeiro, um Alcmeónida filho de Mégacles e da filha do tirano de Sícion também chamado Clístenes. Iságoras, filho de Tisandro, pertence a uma antiga família eupátrida que permaneceu na Ática e colaborou com os Pisístratos, tem por si a vantagem da confiança e amizade do rei espartano Cleómenes que colaborou no afastamento da tirania e cujo exército ainda está acampado por perto.

Queda da tirania em Atenas.

Sob a pressão das armas espartanas, Hípias tem de fugir e, este ano, a tirania termina em Atenas. Esta operação político-militar foi organizada por uma das grandes famílias sacerdotais da Ática, os Alcme.


 

Ano 509 a.C. - Os Aristocratas tomam o Poder em Roma. Os patrícios constituem uma pequena minoria da população da cidade de Roma, há 136 famílias patrícias e só conseguem controlar o Estado devido ao apoio que recebem dos clientes. Os patrícios constituem eles próprios uma pequena minoria da população total da cidade.

Muitas das instituições cívicas estabelecidas sob o governo dos últimos reis devem ter caído em desuso quando os aristocratas tomam o Poder este ano em Roma.

Tarquínio, o Soberbo, último rei de Roma, é deposto por uma revolução que expulsa os etruscos, aboliu a Monarquia e implanta a República. Com a passagem da Monarquia para a República, ocorre a transferência do poder dos etruscos para os patrícios, que se transformam na classe dominante de Roma. Nesta época, a cidade já estendeu o seu domínio sobre a região do Lácio e a maioria da sua população é formada por agricultores, pastores e artesãos. No início da República Roma possui uma população de cerca de 100 mil habitantes.

O período monárquico de Roma, iniciou-se com a fundação de Roma e termina este ano, quando uma revolta da aristocracia depõe o último rei romano, Tarquínio, o Soberbo, de origem etrusca. E é proclamada a República.

O grande templo de Júpiter, Juno e Minerva foi construido pelos Tarquínios, e consagrado pelos primeiros cônsules, este ano. O edifício tem cerca de 64m de comprimento, 55m de largura e altura estimada em 40m, é um dos maiores templos arcaicos do mundo mediterrânico.

O rei romano Tarquínio II ou Tarquínio-o-Soberbo, filho ou neto de Tarquínio I; foi um rei brutal e despótico e é derrubado este ano por um grupo de aristocratas que establecem um governo republicano. Além disso é genro do seu antecessor, Sérvio, que foi assassinado por um golpe arquitectado por este.

Um grupo de aristocratas expulsa Tarquínio e põe fim à monarquia. Em seu lugar, estabelecem a curiosa instituição de uma magistratura colegial, em que dois homens partilham o Poder Supremo. Os cônsules, inicialmente onhecidos simplesmente por “pretores”. São eleitos pelos comitia centuriata e desempenham funções durante um ano. Os cônsules (pretores) têm imperium (sendo, no entanto, obrigados a submeter-se à formalidade do voto dos comitia centuriata) e herdaram dos reis todos os sinais exteriores da realeza, embora os fundadores da República, para não dar a impressão de terem substituido um rei por dois, determinassem que, os cônsules devem ser detentores dos fasces por turnos. Mas os poderes dos cônsules é limitado de outras formas mais importantes. Segundo a Tradição, logo no primeiro ano da República é aprovada uma lei que dá aos cidadãos o direito de apelar (provocatio) para o povo contra uma decisão de um magistrado.

Tarquínio, o Soberbo (rei etrusco de Roma) é deposto pelo Senado, a Assembleia dos Patrícios, sem dúvida por se ter mostrado favorável aos plebeus. A monarquia é então abolida e estabelece-se um novo regime, a República, que se manterá em Roma durante meio milénio.

L. Júnio Bruto, é cônsul este ano e um dos pais fundadores da República.

Data do Primeiro Tratado entre Cartago e Roma, é selada definitivamente a sorte da monarquia tartéssica, mas a sua civilização não morre, prossegue nas pequenas monarquias tíndetanas.

Este ano o povo entrega o governo a um dos membros dos Alcmeónidas, Clístenes. Será ele que, num conjunto de reformas, fará de Atenas uma democracia.

Este ano os reis são expulsos, nesta altura na pessoa de Tarquínio, o Soberbo, último representante da dinastia etrusca. Nesta altura o poderio Etrusco na Itália central e meridional entra em decínio. As populações itálicas, não menos que as colónias gregas, infligem ás coligações etruscas sucessivas derrotas. Roma é assim, “reconquistada”, ficando sob o domínio dos chefes de família, dos cidadãos mais ricos das tribos rústicas, e não do povo miúdo da cidade.

 

Os romanos, encontram-se no mesmo campo dos gregos, contribuindo para esmagar a coligação formada por Etruscos e Cartagineses, contra as cidades gregas do Ocidente.

 

 

Penso: sonolenta

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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

1000 a.C. (612 a 589)



Ano 612 a.C. - Este ano, os caldeus, sob o comando de Nabopolassar aliam-se aos Medos e destroem Nínive, a capital do Império Assírio.

Os Medos e os Neobabilónicos coligados, atingem a meta almejada: “depois de uma luta terrível a cidade é tomada”. Nínive sucumbe vítima da destruição. Nínive jaz, destruída e queimada, ela que foi a central donde saíram as ordens que tinham enchido o Velho Mundo de terror e de lágrimas durante séculos de expedições guerreiras e de ocupações com tormentos, terror e deportações em massa. O “Crescente Fértil” respira livremente. Nínive é destruída. O exército Assírio fiel até ao fim ao seu último rei, Sinsharishkun, perece na Nínive em chamas. A conquista de Nínive e a sua subquente destruição é obra de Ciaxares este ano, e põe ponto final à presença histórica da Assíria. Babilónia e a Média partilham entre si os despojos. Nabucodonosor II, o filho de Nabopolassar, incorpora no seu Novo Império Babilónico a totalidade das possessões mesopotâmicas da Assíria que vão até à fronteira egípcia. Ciaxares anexa a antiga Urartu até à fronteira clássica do Hális, na Anatólia Central.

Os Medos, que, juntamente com os babilônios, são herdeiros desde a queda de Nínive, este ano, ano do desgarrado império dos assírios, são dominados imprevistamente pelos seus vizinhos e vassalos, os persas. O rei Medo Astíages é vencido pelo seu próprio neto, Ciro (Cores).

Nabopolassar, alia-se a Ciassare, rei dos medas e organiza um grande número de mercenários scitas e este ano conquista Nínive, Os massacres são os mais hostis e as vinganças contra as atrocidades assírias ainda mais ferozes.


Ano 606 a. C. - Fim do reinado no sul da Mesopotâmia do príncipe caldeu Nabopalassar.


Ano 605 a.C. - Início do reinado de Nabucodonosor II, filho de Nabopolassar. Sob o seu reinado e o de seu pai a Babilónia transforma-se, mais uma vez no centro de uma grande potência.

No Eufrates, exércitos egípcios e babilónicos travam a batalha de Karkemish, decisiva para a posse da Palestina e da Síria. O combate começa em frente das muralhas da cidade antiga e prossegue com violentos combates de rua. O exército egípcio é aniquilado até aos últimos restos e o território da Síria setentrional fica assegurado para a Babilónia até à clássica linha de Gaza. A Babilónia ganha a batalha decisiva de Karchemish, destruindo o exército do Egipto, o “junco partido”.

A luta é travada em Carchemish e os egípcios derrotados, postos em fuga e impiedosamente perseguidos.


Ano 602 a.C. - Na Palestina, Joaquim, posto por Necho no trono de Judá, faz acto de submissão a Nabucodonosor. Apesar da presença de tropas babilônicas, não obstante, os conselhos aflitos do sábio Jeremias, Joaquim revela evidentes sinais de querer libertar-se da nova opressão e contando com a promessa de apoio de Necho , p e em prática a primeira tentativa de revolta automaticamente dominada pelo ocupante. Mas Joaquim, despótico tirano, não entende a lição e este ano, revela-se pela segunda vez, mas teve sorte porque Nabocodonosor está ocupado  com outros empreendimentos


Ano 599 a.C. - Joaquim, na Palestina consegue manter uma fraca independência até este ano, ano em que morre.


Ano 597 a.C. - Queda de Jerusalém. Após a primeira conquista de Jerusalém, Nabucodonosor deixa Judá como Estado vassalo. No meio do primeiro grupo da elite obrigada ao exílio babilónico está, Ezequiel, o mais antigo e erudito sacerdote.

Rebenta em Judá uma clara insurreição. O rei Joaquim, segundo a Bíblia, e todos os seus foram feitos prisioneiros e levados para a Babilónia.

Como herdeiro de Joaquim, que se encontra no cativeiro, sobe ao trono seu tio Matanias, com o nome de Sedecias, como rei da Caldeia.

Crônica Babilônica : “No sétimo ano, no mês de Kislev , (Nabucodonosor) revistou suas tropas e, havendo marchado para a terra de Hatti , sitiou a cidade de Judá, e no segundo dia do Mês de Adar tomou a cidade e capturou o rei. Designou ali um rei de sua própria escolha, recebeu seu pesado tributo e (os) enviou para a Babilônia ” 16 Março. O rei de Judá, Joaquim, foi levado para a Babilónia em “toda a Jerusalém e todos os príncipes, e todos os poderosos homens de valor, dez mil cativos, e todos artificies e todos os ferreiros”; ninguém restou, exceto “as pessoas mais pobres da terra”. Os vasos de ouro do Templo são, do mesmo, modo “feitos em pedaços” e levados!

Nabucodonosor envia um exército e intimida Jerusalém o redde rationem. Joaquim, filho de Joaquim, recusa a rendição e fecha as portas. Depois de um breve cerco, a cidade é tomada e saqueada no dia 16 de março.


Ano 595 a.C. - Psamético II, filho de Necho, começa a reinar. Renuncia qualquer intervenção na Síria e transfere o exército para o lado oposto, contra a Núbia que há séculos fugiu ao controle egípcio.

Na Babilónia, Ezequiel vê junto ao Eufrates a.c. lebre “roda flamejante”.


Ano 594 a.C. - Drácon é um personagem semitíco a quem a tradição atribui o primeiro código de leis escritas da Grécia, o Código de Drácon, o qual pune com a pena de morte os delitos contra a propriedade. As leis escritas são uma solicitação do Demos que não quer ficar à mercê dos Eupátridas nos julgamentos baseados nas velhas tradições. Mas, apesar das leis escritas, a situação do Demos continua ruim. As agitações continuam e este ano, Sólon é nomeado primeiro Arconte e encarregado de promover a paz social entre os Eupátridas e o Demos. Sólon, magistrado e poeta, é nomeado legislador com poderes ditatoriais para promover reformas. Eupátrida por nascimento e comerciante por profissão, descende de uma família aristocrática arruinada economicamente e acumula grande fortuna dedicando-se ao comércio. Vai realizar reformas populares, abolindo a escravidão por dívidas e suprimindo as hipotecas sobre a terra. Não promove a redivisão do solo, mas limita a extensão das grandes propriedades rurais e adopta medidas incentivando a indústria e o comércio. Substitui o critério de nascimento pelo de riqueza para o acesso aos cargos públicos, o que debilita a nobreza e permite aos comerciantes maior participação no Governo. Com base na riqueza dos cidadãos, redivide em quatro classes a sociedade ateniense. Os membros da primeira classe participam do arcontado e do areópago. Cria também a Bulé (Conselho dos 500) integrado pelos representantes das três primeiras classes. A última classe, composta por cidadãos de menor renda, participa da assembléia popular, a eclésia, e do tribunal ateniense, a heliéia.

Necho morre.


Ano 592 a.C. - Ezequiel vê pela primeira vez naves espaciais. Após cinco anos de ter sido deportado para a Babilónia, casado e com trinta anos, sacerdote oriundo de uma família da alta sociedade. Fica completamente aterrado e fortemente emocionado.


Ano 589 a.C. - Psamético II, morre e deixa a seu sucessor Apires, uma óptima situação financeira. Apires encontra um formidável poderio marítimo e fica tão envolvido pela nostalgia das glórias passadas, que não resiste às hostilidades no Retenu.

Cartas de Lachish, datadas deste outono, são despachos de um posto avançado para um oficial do estado-maior de Lachish e abrangem a última fase da liberdade de Jerusalém. um dos despachos tem uma referencia a um profeta. Outro despacho, declara que Jerusalém, Lachish e Azeká são os únicos enclaves israelitas que restam.

Penso: bem

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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

1000 a.C. (724 a 689)


Ano 724 a.C. - Depois de um período de trégua devido às trágicas lutas internas, os Assírios, retomam o seu expansionismo e Salmanasar V, ataca Samaria, a capital de Israel.


Ano 722 a.C. - Sargão II, conquista o reino de Israel e transforma-o em província do Império Assírio. Desaparecem totalmente as dez tribos, uma vez que os seus integrantes são mortos ou deportados pelos invasores. Com o aniquilamento do reino de Israel é que a religião nacional, começa a ter um lugar à parte no Templo. Até aqui, não existia uma verdadeira ruptura política, derivada do cisma religioso, entre Jerusalém e Samaria, pois o reino do Norte, mais poderoso, e o único que usa o nome de Israel, continua a ser o verdadeiro centro do iavismo. As duas razias levadas a cabo pelos assírios de Sargão II, na Galileia e na Samaria, contribuem para uma mistura étnica na terra de Israel. Os samaritanos imediata e humildemente, reconstroem a sua capital.

* No inverno Salmanasar V, sucessor de Teglat , toma a Samaria.


Ano 721 a.C. -Sargão II reinicia o ataque a Samaria e provoca a sua queda. Submetida a ferro e fogo, a população deportada em massa e substituída segundo o costume assírio, por outras já subjugadas (sírios e babilónicos). O reino de Israel desaparece da história. Judá, compromete-se a pagar tributo e salva-se.

* Com a morte de Tefnakht, este ano, sucede-lhe seu irmão Bokenranf Bocoris). Com a sua política “democrática”, Bocoris desconcerta nobres e clero.

* Sargão II, sucessor de Salmanasar V, completa a destruição do reino setentrional, eliminando toda a elite e envia colonos: “Sitiei e capturei Samaria”, regista Sargão nos Anais de Chorsabad , “levadas 27.290 pessoas que ali moravam”.


Ano 716 a.C. -Quando Rómulo administra a justiça, este ano, no monte Palatino, a tempestade obscurece o sol. Quando a tempestade passa, o povo descobre que o seu rei desapareceu. Rómulo é miraculosamente levado para os céus. Pouco depois, Júlio Próculo, jura que viu Rómulo descer repentinamente do céu e aparecer-lhe radiosamente transfigurado. O herói declara a Próculo que é vontade dos deuses que, depois de ter fundado uma cidade destinada a ser a maior da Terra, ele residisse nos céus. Os romanos acreditam piamente neste milagre e, sob o nome de Quirino, veneram Rómulo como um deus. Nascido de uma virgem. Gerado por um deus, conduzido por presságios divinos, levado para os céus, ressuscitado para inspirar seus concidadãos, vai ser venerado durante séculos como um deus.

* Rómulo tem por sucessor Numa Pompílio, filósofo que reorganizou o culto de Júpiter, divide o ano em 12 meses e promove reformas sociais. Numa, com a sua sabedoria formula uma lei verdadeiramente espantosa que teria podido revolucionar a história do homem e transformar a Terra num verdadeiro paraíso. Exasperado com a frivolidade do belo sexo, decreta que as mulheres deviam ser vistas, mas não deviam ser ouvidas nem deviam meter-se em mexericos.  Não consegue reduzir miseravelmente as mulheres ao silêncio.


Ano 708 a.C. - Caído do céu, um disco de bronze ou ancil, leva Numa a mandar fazer onze cópias, e fazê-las conduzir pelos sacerdotes nas procissões religiosas. Os Romanos acreditam que o escudo foi largado pelos deuses.


Ano 705 a.C. -
Sargão II morre numa emboscada no Irã e com o seu desaparecimento renova-se a rebelião, desta vez com o apoio do rei da Babilónia e do Egipto.


Ano 704 a.C. -Constitui uma tentativa de separatismo, tanto a nível político como religioso, o facto do príncipe do Estado ter adoptado o título de Wang .


Ano 701 a.C. -
O rei Assírio Senaqueribe dirige-se ao Oeste, atacando e derrubando com a mesma tirania os confederados. As suas tropas de assalto furam as muralhas de Laquis com “tanques” armados de maças. A região de Tiro na Fenícia, é conquistada por Senaqueribe, rei da Assíria.

* O rei Ezequias de Judá, sabe perfeitamente porque razão envia cantores e cantoras ao temido rei Assírio, Senaquerib. Mais do que os novos muros e a cisterna, é a violenta erupção de peste bubônica, trazida por ratos, que acomete o acampamento assírio, que permite a sobrevivência de Jerusalém a um severo cerco feito pelo rei Assírio Senaquerib. É graças à derrota dos Assírios diante de Jerusalém, que o Templo começa a ter importância na religião nacional.

O novo rei Assírio Senaqueribe, conquista a Babilónia .


Ano 700 a.C. - Início da dinastia dos Aqueménidas, que vão governar a Pérsia.


Ano 689 a.C. -Depois de longos combates, o rei da Assíria, Senaqueribe, conquista e ocupa a cidade de Babilónia. A seguir a uma revolta, a cidade é saqueada e totalmente destruída com uma crueldade implacável, edificando Nínive como capital da Mesopotâmia. Manda até perfurar os diques do Eufrates, a fim de provocar a inundação de grande parte das terras habitadas. Manda também levar as imagens divinas para Nínive, residência dos reis Assírios. Entre as imagens encontra-se a de Marduc, cujo prestígio aumentou tanto que o conquistador decide anunciar que o deus caiu em culpa e, por conseguinte, se impõe que seja levado a tribunal, para ser destronado pelos outros deuses. A partir daqui, o seu nome é substituído nas orações pelo do deus do Império Assírio, Assur.

* Em Nápata surge um jovem de vinte anos, filho de Piankhi, de nome Taarka, que derruba Sciabataka e torna-se faraó.

* Senaqueribe destrói a Babilónia e sobre as cinzas desvia as águas de um canal.

Penso: ...

PublicadoPor lazulli às 14:40
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

1000 a.C. (747 a 727)

 

Ano 747 a.C. - As palavras que anunciam a agonia de Israel, o reino setentrional, são lapidares, sóbrias e desumanas. A morte de Jeroboão II constitui o último acto.

* Neste mesmo ano, fecha também os olhos o rei de Judá, Osias , o Leproso.

* Depois de curto tempo de anarquia. Manaem proclama-se rei de Samaria.


Ano 746 a.C.  -
Começo do reinado, do criador do Novo Império Mundial Assírio, Tiglatpilesar III.


Ano 745 a.C. - Subida ao trono Assírio de um antigo soldado de nome Ful , que passa a chamar-se Teglatfalaser III. Primeiro de uma série de tiranos brutais que fundam, por meio de conquistas, o maior Império do Mundo. Durante algum tempo Israel tem vindo a pagar aos Assírios para se livrarem dos tributos, e formando coligações com outros pequenos estados para estacar seu avanço. Mas, o cruel Teglat-Falasar III no trono Assírio, transforma sua belicosa raça numa nação de imperialistas e introduz uma política de deportação em massa para territórios conquistados.


Ano 740 a.C. - Os anais do rei assírio Teglat-Falasar III, registam: “Quanto a Menahem , rei de Israel, o terror o subjugou... ele escapou e se submeteu a mim... prata, trajes coloridos de algodão, roupagens de linho... eu recebi como seu tributo”.


Ano 734 a.C. - O rei assírio Teglat-Falasar III, irrompe até à costa, depois avança costa fora para o “Riacho do Egipto”. Toda a elite, os ricos, mercadores, artificies, soldados, são transportados para a Assíria e lá restabelecidos; em seu lugar são estabelecidos membros de tribo caldeus e aramaicos oriundos da Babilônia. Teglat avança para o interior. Acometido internamente por divisões religiosas e sociais, o reino setentrional de Israel não está em condições de resistir.


Ano 732 a.C. - O rei Assírio, Tiglatpilesar III, juntamente com Damasco (centro de resistência dos arameus na Síria), conquista o território compreendido entre o Tauro e o Líbano. As cidades comerciais ficam à mercê do assalto Assírio, o mesmo sucedendo com o reino Judaico que entretanto surge na Palestina. O Egipto também fica ameaçado. Tiglatpileser III, rei Assírio, arma-se e toma de assalto Gaza (a capital dos filisteus).


Ano 731 a.C. - Epaminondas, general tebano, põe fim à hegemonia militar de Leuctros. Até este ano Esparta tinha conseguido dominar toda a Grécia. Os espartanos foram praticamente invencíveis até este ano. Graças à sua educação inteiramente fundada no culto da força, apesar da fraqueza numérica dos seus exércitos, quase dominaram toda a Grécia durante séculos. Graças à ponta-de-lança das suas tropas de élite. Pesadamente equipados, cobertos de ferro e coiro, invencíveis e eficazes, não conheciam nem medo nem falta de coragem, mesmo que fossem uma centenas resistiam a um exército. Foram praticamente invencíveis durante meio milénio, até este fatal dia em que Leuctros perdeu as mãos por Epaminondas.


Ano 730 a.C. - Tefnakht, apesar de todas as reviravoltas, manteve seu poder íntegro e logo que Piankhi se afasta, aproveita a oportunidade e reconquista grande parte do Delta, subindo ao trono este ano, funda a XXIV dinastia.


Ano 729 a.C. -
A Babilónia e toda a sua região passam a pertencer à soberania Assíria. Os chefes de Assur vendo nesta cidade a mãe da cultura e da religião mesopotâmica, tratam-na com respeito e piedade e Tiglatipilasar III reúne na sua pessoa, os títulos de rei da Assíria e pulu (soberano) de Babilónia.

* Os gregos intentam alargar o seu domínio pelas terras onde a agricultura se mostra proveitosa, especialmente na viticultura, e a partir deste ano, os colonos gregos, fundam duas outras cidades, a sul de Naxos: Leontina e Catânia.


Ano 727 a.C. - Fim do reinado do rei Assírio, Tiglatpilesar III. Morre Teglat, seu sucessor é Salmanasar V.

 


Penso: indecisa

PublicadoPor lazulli às 11:25
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

1000 a.C (930 a 840)

 

 

Ano 930 a.C. - Morte súbita de Salomão.

 

Ano 926 a.C. - A morte e o fim do reinado de Salomão, provoca a divisão da monarquia Israelita e com ele baixa à sepultura a ilusão de Israel vir a ser uma grande potência. E baixa para sempre! A partir do momento em que Salomão fecha os olhos, acende-se de novo a velha discórdia que destruiu o Grande Estado compreendido no território, Síria/Palestina, como inevitável consequência da dissensão. Dois reinos formam-se em seu lugar: o reino de Israel ao norte e o reino de Judá ao sul.

 

Apesar disto, a última vontade de Salomão é cumprida; Roboão, seu filho, senta-se, ainda que por pouco tempo, no trono de Jerusalém como soberano de todas as tribos, porque Jeroboão, emigrante, regressa precipitadamente do Egipto, e faz-se coroar rei, convertendo-se no soberano da região do Norte, de Israel. Roboão conserva o resto, a parte meridional com a sua capital que é Jerusalém. As contínuas desavenças entre as tribos precipítam o fim do Grande Reino acabando numa guerra civil e 10 tribos do Norte separam-se. Entre Judá e Israel não à paz. Em disputas intermináveis corre o sangue do mesmo povo. A fronteira está sempre em luta, numa guerra contínua entre Roboão e Jeroboão. Somente as tribos de Judá e Benjamin reconhecem Roboão como sucessor de Salomão. As outras dez aceitam como rei Jeroboão. Este acontecimento, conhecido como Cisma, leva à divisão da monarquia em dois reinos: o de Israel e o de Judá. O reino de Israel situa-se a norte, formado pelas dez tribos, com a capital em Samaria. O reino de Judá ao sul, constituído pelas duas tribos restantes, tem a capital em Jerusalém.

 

Ano 925 a.C. - Para os setentrionais, Salomão e sua linhagem são crescentemente vistos como destruidores espirituais, bem como opressores seculares. Daí, quando Salomão morre este ano, os setentrionais recusam seu sucessor, Roboão, uma coroação unida em Jerusalém, e insistem para que ele seja para o norte a Sechem para ser coroado rei deles. Os homens que haviam fugido para o exílio sob Salomão, tais como Jeroboão, regressam e exigem um governo constitucional e em particular, a supressão das levas de trabalho forçado e dos elevados tributos.

 

Ano 923 a.C. - O faraó do Egipto, Scheschonk I, (Sesac) ataca a Palestina, no quinto ano do rei Jeroboão.

 

Ano 920 a.C. - O Faraó Sheshonk I, invade a Palestina e saqueia Jerusalém.

 

Ano 880 a.C. - Na Babilónia, Salmanazar II, foi representado nos templos por admiráveis esculturas, acompanhados por homens com asas.

 

 

Ano 860 a.C. - Assurbanipal III, na Babilónia, assim como Salamanzar, é representado nos templos por admiráveis esculturas, acompanhado por homens com asas.

 

Ano 854 a.C. - Salmanasar III, rei da Assíria, de entre os adversários que combateram na batalha de Qarqar, menciona Ahabbi Sri’lai, (Achab) rei de Israel.

 

Batalha de Qarqar, onde Salmanasar III, em marcha para o sul, enfrenta uma coligação chefiada por Bir-Idri (Ben Hadad II) de Damasco e que reune doze reis, entre os quais os príncipes fenícios e Ahabbu Sirlai, ou seja Achab de Israel. Este último, dispõe de 10 000 soldados e 2 000 carros de guerra.

 

Ano 850 a.C. - O profeta Eliseu fala com “Deus” e é transportado por um turbilhão de vento.

 

Ano 849 a.C. - O homónimo de Joram, filho e sucessor de Josaphat, o Joram, rei de Israel, mantem em relação aos Arameus, a política de Achab, seu pai. Como aliado ou como vassalo toma parte das campanhas que Benhadad II realiza este ano contra Salmanasar III.

Penso: sei lá!

PublicadoPor lazulli às 21:22
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