Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Do ano 303 ao ano 395 d.c. (1000 anos d.c.)

Ano 303 - "Grande Perseguição" aos cristãos, desde este ano até ao ano seguinte.

Em 23 de Fevereiro, na festa das Terminalia, há perseguição aos cristãos em Nicomedia, e a Igreja de Nicomedia é arrasada.

A perseguição à Igreja é baseada na acusação feita aos cristãos de terem tentado pôr fogo ao Palácio Imperial.

 Na sua luta contra o cristianismo, Diocleciano subestima no seu cálculo doutrinário a eficácia das medidas persecutórias o que, em verdade, é a única vez que sucede. Deste modo a sua perseguição contra os cristãos este ano e seguinte, é inútil.

. As Comunidades cristãs peninsulares (Ibérica) reúnem-se no Concílio de Elvira (Granada), este ano, tendo já 19 bispos e 24 presbíteros. Três dos bispos são da Lusitânia: Libério de Mérida, Vicente de Ossónoba e Quinciano de Évora.

. Este ano, dá-se o Início da Perseguição aos Judeus.

 

Ano 313 - O Edicto de Milão, promulgado por Constantino Magno, proíbe a perseguição ao cristianismo no Império Romano.

 

Ano 314 - Este ano, Constantino manda reunir um Sínodo em Arles (Provença), com vista a dilucidar alguns aspectos internos da Igreja que ameaçam adquirir relevância política. Seja, por exemplo, a polémica Donastie (assim chamada pelo nome do bispo Donato de Cartago, que insiste na exclusão da Igreja de todos os pecadores).

. Ano do Édito de Milão; pelo qual o Imperador Constantino declara a protecção Oficial das Autoridades Romanas ao Cristianismo.

 

Ano 332 - Devido à Tradição que situa a sepultura de Pedro ao pé da colina do Vaticano, Constantino manda aí erguer uma Basílica, este ano.

. A partir deste ano os arrendatários, ficam vinculados à gleba. Os donos dos domínios passam a ter poder senhorial e de governo, muitas vezes por simples usurpação.

 

Ano 350 - Desde este ano, Tribos germânicas Ocidentais mais pequenas (por exemplo: Sálios, Camavos, Bructeros, Usípios, Ansivários), que no seu conjunto se chamam "Francos", estendem-se desde os rios Ems, Lips, Reno, Mosela, passando pelo Mosa e Escalda, até chegarem ao Soma; Dinastia Merovíngia.

 

Ano 354 - Santo Agostinho, desde este ano até ao ano 430, o mais influente de todos os teólogos latinos, argumenta que os judeus, por sua mera existência, são parte do Plano de Deus, de vez que são testemunhas da verdade do cristianismo, com sua falha e humilhação simbolizando o triunfo da Igreja sobre a Sinagoga.

 

Ano 366 - O Pagão Amiano Marcelino comenta este ano a mundanização do clero cristão: “Quem tiver a sorte de alcançar a dignidade de bispo de Roma tem o futuro garantido. Recebe prendas das matronas, anda de carro, veste esplendidamente e faz que lhe sirvam banquetes magníficos, de modo que a sua mesa ultrapassa em muito a de um rei!” (Amiano Marcelino, 27,3,14.)

 

Ano 373 - O século IV vê a heresia instalada na África do Norte (Santo Agostinho passa a ser maniqueísta desde este ano), Ásia Menor, Grécia, Ilíria e até na Gália e Espanha.

 

Ano 395 - Divisão do Império de Roma: Império do Ocidente e do Oriente.

. Invasão da Grécia pelos Visigodos.

. Ao morrer Teodósio I, este ano em Milão, deixa dois filhos de tenra idade, e confia a sua juventude ao Vandalo Stilicon, marido de sua sobrinha, e cujos talentos e serviços o elevaram à dignidade de Capitão General do exército. Segundo as intenções do príncipe Teodósio I, seus dois herdeiros devem exercer o Poder Soberano sem divisões, e reinar em capitais diferentes, sem romper a unidade do Império. O Governo do Ocidente cabe a Honório, mas Arcádio (o mais velho dos dois irmãos), coloca-o em Constantinopla de baixo da tutela do Galo Rufino, Prefeito do Pretório.

. Teodósio I, morre em Milão em Janeiro e foi no espaço de mais de meio século, o único Imperador que, com a sua habilidade militar e força de carácter, exerceu um controlo pessoal contínuo sobre o Império Romano. De certo modo é irónico que a sua morte deixe o Império nas mãos de duas nulidades como são seus filhos. Arcádio, que detém nominalmente o poder em Constantinopla, e Honório, Imperador em Milão. O controlo dinástico de Teodósio sobre o Império Portucalense, ainda mais com o seu casamento-após a morte da sua primeira mulher-com Gala, filha de Valentiniano I.

. Quando Teodósio morre repentinamente em Milão, este ano, o "renascimento" teodosiano acaba. Os seus dois filhos, Arcádio e Honório, vão dividir o Império Romano, entre si. Arcádio passa a Imperador do Oriente; Honório, a Imperador do Ocidente. Como governantes, serão incompetentes, meros joguetes das suas cortes.

.Átila, nascido por volta deste ano, vai-se impor como senhor de um vasto Império Bárbaro e tentar impor a sua autoridade a todos os Germanos. Por uma incursão até aos muros de Constantinopla, vai impor a sua suserania ao Império do Oriente, depois voltar-se-á para o Ocidente.

. Neste ano nasce Átila, vai suceder a seu tio Rugas no trono dos Hunos. Vangloriando-se de ter recebido a sua espada directamente do Deus dos Hunos. Considerar-se-á que é designado para assegurar "O Império do Universo" e vai apresentar-se como o "Punho de Deus, do qual o céu se serve para castigar as nações". avançara primeiro sobre o Império do Oriente, forjando um imenso reino desde o mar Cáspio ao Reno. Em seguida porá o Império do Ocidente a ferro e fogo, reclamando metade das suas terras como dote pelo seu casamento com Honória, irmã do Imperador, que lhe envia o seu anel. Com os Francos e os Vândalos, invade a Gália. Saqueia Metz, mas vai poupar Paris, onde Santa Genoveva persuadira os habitantes a permanecer na cidade. Atingindo o Loire, Átila cerca Orleães e o assalto final estará já decidido quando, a 24 de Junho, surgem os exércitos coligados de Valentiniano, sob as ordens de Aécio e de Teodorico I, rei dos Visigodos. Obrigado a levantar cerco, Átila retira-se para Troyes, nos Campos Cataláunicos, onde recomeça o combate. Será uma autêntica carnificina para ambos os lados e Átila, vencido, reagrupa as suas forças para lá do Reno.

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. Este ano Teodósio partilha o Império entre os seus dois filhos, ninguém tem consciência de que se trata de uma ruptura definitiva, entre o Oriente e o Ocidente. Não é a primeira vez que uma tal medida é tomada por razões de eficácia administrativa de resto, a língua e as instituições permanecem romanas. Não obstante, a divergência de interesses surge rapidamente, tanto no domínio económico como no cultural e religioso. Constantinopla prospera e afasta-se de Roma, submersa pelos bárbaros.

. Esteano, Alarico I, à cabeça dos Godos, arrasa a Trácia, a Macedónia, a Tessália e o Peloponeso, até que Estilicão o derrota em Foloé. Alarico dirige-se então contra Honório. Em duas investidas invade a Itália do Norte, mas Estilicão vence-o em Plaisance e em Verona. Alarico lança-se sobre Roma, onde entra de surpresa a 24 de Agosto.

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Penso: ... preocupada com a reviravolta da humanidade

PublicadoPor lazulli às 20:39
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

1000 a.C (45 a.C a 38 a.C.)

Ano 45 a.C. (709) - Júlio César faz de januarius, Janeiro, o primeiro mês do ano, quando este ano, põe em vigor o calendário juliano, ou seja, a divisão egípcia do tempo segundo os anos solares.
* Este ano César autoproclama-se ditador vitalício, isto um mês antes da sua morte.
* Sendo Octávio (Caius Octavius - Caius Julius Caesar Octaviannus - Augusto) por parte da mãe, sobrinho de César, este adopta-o e dá-lhe o seu nome, este ano.
* César regressa da Síria, triunfalmente a Roma este ano, e imediatamente para aí convida a rainha do Oriente, afrontando os romanos piedosos, ao mandar colocar a estátua de Cleópatra no Templo de Vénus.
* No norte de Portugal e Espanha, a partir mais ou menos de Aveiro; César sai vitorioso sobre os filhos de Pompeu.
* Quando um Cônsul morre no último dia deste ano, César faz eleger outro homem para as horas que restam.
* A causa Republicana fracassa finalmente no campo de Munda este ano; o jovem Cneu Pompeu é morto, mas o irmão, Sexto, continua a lutar. César dirige-se a Roma, onde chega no princípio de Outubro.
A Civilização Ocidental deve a Júlio César o calendário de 365, 25 dias, introduzido a 1 de Janeiro deste ano.
* César torna-se ditador vitalício, em benefício dos cavaleiros e das camadas populares. As reformas de César esbarram na oposição da aristocracia, atingida em seus privilégios políticos e económicos.
* O êxito dos dois filhos de Pompeio, Gneu e Sexto, que encabeçam a resistência a Júlio César, é de pouca duração na H. Ulterior. Este ano, J. César auxiliado pelo príncipe mauritano Bogud, vence-os em Munda. Corduba, capital da H. Ulterior, pouco tempo resiste às tropas de Júlio César. Em Ategua (hoje Teba la Vieja), Munácio Flaco, um comandante partidário dos Pompeios, vendo os habitantes desertarem, mata-lhes as mulheres e os filhos. Alguns, apanhados enquanto fogem, são degolados e precipitados das muralhas. Algumas crianças, são atiradas ao ar e apanhadas na ponta das lanças. Tais actos são praticados pelos Lusitanos da guarnição. Sexto Pompeio mantém a guerra na Lusitânia, enquanto César regressa a Roma, ficando G. Garrinate como governador interino da Hispânia.
* Para César ainda não chegou o tempo de se consagrar aos trabalhos da paz. A guerra civil prolonga-se porque a hidra pompeiana volta a ameaçar. Os poucos chefes do partido senatorial que sobreviveram à derrota de Tapso, entre os quais Cneu e Sexto Pompeu, filhos do grande Pompeu, refugiados na Península Ibérica, sublevam esta região contra César. O último acto da guerra civil decorre este ano, perto de Munda, no extremo meridional deste território. Os Optimates com a coragem do desespero. Os combates empregam-se com um encarniçamento horrível na destruição do adversário. Já ninguém entoa os habituais cantos de guerra. Os soldados lançam-se uns contra os outros com raiva cega e por toda a parte se ouvem gritos de morte. O combate é impiedoso. Cneu Pompeu foge, mas é apanhado e esquartejado, depois de uma luta desesperada. Só Sexto Pompeu continua vivo depois da batalha, porque não participou nela. refugiou-se nas montanhas da Ibéria e espera a  hora de desempenhar de novo um papel na cena política romana.

Ano 44 a.C. - A guerra na Lusitânia só acaba no Outono deste ano, já depois da morte de César, quando M. Emílio Lépido, governador da Citerior, oferece a Sexto Pompeio, em nome do Senado e por conselho de Marco António, o comando da frota romana e a restituição dos bens familiares.
* Tendo atingido o limite do mundo Ocidental depois da expedição à grã-Bretanha, projectava no momento em que foi assassinado, nos idos de Março deste ano, a organização de uma outra em direcção ao Oriente. Morte de César. Sonho de ser soberano de toda a terra. E por isso fizera propalar a ideia de que o Oriente só poderia ser conquistado por um homem que tivesse o título de rei. Os conjurados que o assassinaram no Senado quiseram abater o que eles chamavam o tirano, ascendido aos máximos poderes na Republica de um modo que consideravam intolerável. O seu acto nada mudou na situação de facto. Todas as tentativas para restabelecer a antiga ordem de coisas e restituir ao senado os seus poderes e ao povo as suas prerrogativas, só serviram para provocar um caos ainda maior.
* César recebe o cargo e titulo vitalício este ano.
* Durante os últimos anos da sua vida, César governou como se fosse um rei, embora não tivesse esse titulo. Foi nomeado Supervisor dos Costumes e Pai da Pátria e o nome do mês em que nasceu foi alterado para Julius (Julho) embora rejeitasse o título de rex e a “coroal real” que António lhe ofereceu em Lupercália este ano, adoptou no entanto muito do aparato associado à realeza (por ex. a toga púrpura) fez colocar a sua estatua entre as dos antigos reis, no Capitólio, e mandou cunhar moedas com a sua esfinge. Começou a instituir honras de culto por si próprio. reconstruiu ainda este ano a Cúria ou sede do senado.
A facção republicana do Senado Romano, um grupo de nobres Senadores, temendo a restauração da monarquia, assassina César, com um acto cruel e absurdo que desencadeia uma guerra civil ainda pior do que a que acaba de terminar. O assassinato, não restaura o poder do Senado, uma vez que as massas populares romanas e o exército são-lhe contrários. À morte de César segue-se um período de confusão e perplexidade e uma luta desesperada pelo poder. As principais figuras de entre os apoiantes de César, são o Cônsul sobrevivente, Marco António e o mestre da cavalaria, M. Emílio Lépido. O 1º tem o apoio do exército de Itália, que se estava a reunir para a projectada expedição de César contra os Partos; consegue ganhar o apoio das massas urbanas explorando o testamento de César, onde consta C. Octávio, nomeado herdeiro de César e por este adoptado como filho. Octávio é neto da irmã de Júlio César. Por parte do pai pertencia a uma obscura família municipal de Velitrar. Tem 19 anos e está a estudar na Grécia, quando sabe do assassinato do ditador. Dirige-se imediatamente a Itália, para reclamar a sua herança, ignorando o conselho dos pais para não se meter em sarilhos. Em Roma é recebido friamente por Marco António, que não fica satisfeito com a sua intromissão, forçando-o a aliar-se aos optimates que pensam poder servir-se dele, na luta contra Marco António.

* Depois do assassínio de César, a pequena distância dos Idos do mês de Março deste ano, aparece um cometa brilhante.
* Uma conspiração do Senado culmina com o assassinato de César, sob a acusação de pretender substituir a República pelo Império.
* O nome de César transforma-se, posteriormente no título que designará os imperadores romanos.
* Antes do assassínio de César, surgiram no céu sinais, aparições e luzes extraordinárias. Estrabão diz que se viam passar multidões de homens flamejantes.

Ano 43 a.C. - Fiel defensor da República, Cícero, é brutalmente assassinado nas proscrições deste ano.
* Moeda deste ano representa a estátua de culto arcaica de Diana, no bosque de Arícia, que era um santuário comum dos povos latinos dos primeiros tempos. A deusa está representada nas suas três formas: Diana, Hécate e Selene.
* Este ano Marco António dirige-se para norte, para assumir um comando provincial na Gália (França). * Em  Roma, Cícero, fiel defensor da República, lança um importante ataque contra ele (Filipicas) e convence o Senado a enviar um exército comandado conjuntamente pelos cônsules e por Octávio. Mas nas proscrições d este mesmo ano, acaba brutalmente assassinado.
* Os partidários de César conseguiram, a despeito de sua morte, neutralizar a conspiração do Senado.

* Este ano, Marco António, general romano, da cavalaria, assume o poder e com o apoio do exército implantam em Roma o Segundo Triunvirato.
* As guerras civis acabaram por dizimar a aristocracia romana este ano com a luta conduzida por Marco António e Octávio, este último filho adoptivo do ditador assassinado. Contra os defensores do antigo regime que tinham por chefe Bruto e Cássio até ao embate dos dois aliados este ano.
* Este ano, os três homens mais poderosos de Roma, Octávio, António e Lépido, concluíram uma aliança para governarem sozinhos o império romano. Esta aliança não é um simples acordo, como o primeiro triunvirato, mas terá uma rectificação legal. Uma das primeiras medidas dos novos triúnviros é liquidarem as contas com todos os seus inimigos. Para fazer a guerra a Bruto e a Cássio é preciso dinheiro. As proscrições são o único modo de obter fundos. Tem portanto início um novo terror e uma série interminável de proscrições.

Ano 42 a.C. (712) - Os 3 líderes Cesarinos, Antônio, Lépido e Octávio concluem um acordo constituindo o segundo triunvirato. Pelo acordo, os 3 dividem entre si as províncias ocidentais do império e recebem poder ilimitado por cinco anos, para reorganizar os assuntos do Estado. O acordo é rectificado pela Assembleia popular.
* Para reorganizar o Estado, instaura-se o terror em Roma. Há 2 objectivos no terror: A eliminação da oposição e o levantamento de fundos para pagar os soldados.
* Tibério Júlio César (Tibério) nasce em Roma este ano. Filho de um antigo general de César, Tibério Nero e de Lívia que mais tarde vai casar com Augusto.
* Este ano Octávio e Marco António marcham contra Bruto e Cássio, que controlam as províncias ocidentais, derrotando-os em Philippi. Após esta vitória fez-se uma nova distribuição do Império. Octávio recebe a Itália e a maior parte das províncias ocidentais e assume o comando contra Sexto Pompeu, que ocupou a Sicilia e se transformara num foco de resistência, enquanto António toma conta do comando contra os Partos a leste. Lépido, homem sem méritos, foi enganado em África.
* Em Itália, Octávio tentou instalar os veteranos de Philippi em terras confiscadas a determinadas cidades, o que provoca resistência, por parte de um dos cônsules, o irmão de Marco António, Lúcio, que acaba por pegar em armas a favor dos italianos descontentes.
* Este ano, Brutus e Cassius, líderes da conspiração senatorial, foram derrotados na Grécia na batalha de Filipos. O poder é dividido entre os triúnviros: Octávio fica com a Europa, Marco António com a Ásia e Lépido com a África.
* Em Roma as proscrições terminam a sua sangrenta tarefa. É chegado o momento de acabar com Bruto e Cássio. Os triúnviros reúnem as suas forças armadas e dirigem-se contra os dois chefes republicanos. O último combate trava-se este ano, na Macedónia, junto de uma cidade chamada filipos. As duas batalhas de Filipos são as mais gigantescas de toda a história romana. Os dois campos aliam 100 000 homens. A batalha resulta numa vitória para os triúnviros devido a brilhante estratégia de António. Octávio é muito jovem, muito inexperiente e além disso, muito doente, não podendo exercer um comando supremo. Não é a primeira vez que a sua débil saúde o reduz á impotência no momento decisivo. Cássio e Bruto juraram suicidar-ase se fossem vencidos. Cássio é o primeiro a faze-lo ao crepúsculo do primeiro dia nada está decidido, mas a morte de Cássio lança a desordem nas fileiras republicanas. Bruto é demasiado intelectual muito lento a intervir. o campo republicano transforma-se numa  escola de filosofia onde cada um defende a sua opinião em discursos intermináveis. O mais indisciplinado dos chefes republicanos é Casca, o que desferiu a primeira punhalada em César. Bruto combate com coragem e inicialmente com sucesso mas o comando acaba por lhe escapar completamente. uma vez perdida a batalha, foge e em seguida lança-se sobre o seu gládio. César está vingado. Roma inteira julga que a sua morte atraíra a colera divina sobre os seus assassinos.

Ano 41 a.C. - António, intima a rainha do Egipto a encontrar-se com ele em Tarso.  No céu azul, tres sóis fundiram-se num só.

Ano 40 a.C.-
Os Idumeus (Beduínos do sul) tiraram a sua desforra devido à conversão forçada ao judaísmo pelos macabeus, pois que o Idumeu Herodes obtivera de Roma o título de rei da Judeia, sem renunciar à religião de Yahweh.
* Herodes, um idumeu é nomeado rei da Judeia pelos romanos.
* Marco António casa com Octávia, irmã de Octaviano este ano.
* Após alguns meses de luta, L. António, é cercado em Perúsia (Perúgia) que cai este ano, ele é poupado mas seus seguidores são mortos.
* Marco António chega a Brudisium neste mesmo ano, mas evita-se um conflito em grande escala quando os soldados se recusam a lutar e forçam os dois lideres a resolver as suas diferenças. O triunvirato é restabelecido e a divisão entre Oriente e Ocidente, confirmada.



Ano 39 a.C. (715) - Por morte de Herodes, rei da Judeia, o seu reino é partilhado entre três dos seus filhos: Herodes Antipas aquele que segundo os evangelhos manda decapitar João Baptista reina  sobre a Galileia e a Pereia até à sua deposição neste ano.
* Filipe recebe os territórios do noroeste,
* Arquelau, é-lhe concedida a Judeia, a Idumeia e a Samaria.
* Herodes Antipas
* Moeda emitida por Marco António este ano.
* Marco António comanda uma campanha contra os Partos.

Ano 38 a.C. - Lívia, mãe de Tibério casa com Augusto.

 

Diana

Imperador Júlio César

Brutus

Assassinato do Imperador Júlio César

Triunvirato: Octávio, Marco António e Lépido

Poussin

 

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PublicadoPor lazulli às 10:23
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

1000 a.C. (612 a 589)



Ano 612 a.C. - Este ano, os caldeus, sob o comando de Nabopolassar aliam-se aos Medos e destroem Nínive, a capital do Império Assírio.

Os Medos e os Neobabilónicos coligados, atingem a meta almejada: “depois de uma luta terrível a cidade é tomada”. Nínive sucumbe vítima da destruição. Nínive jaz, destruída e queimada, ela que foi a central donde saíram as ordens que tinham enchido o Velho Mundo de terror e de lágrimas durante séculos de expedições guerreiras e de ocupações com tormentos, terror e deportações em massa. O “Crescente Fértil” respira livremente. Nínive é destruída. O exército Assírio fiel até ao fim ao seu último rei, Sinsharishkun, perece na Nínive em chamas. A conquista de Nínive e a sua subquente destruição é obra de Ciaxares este ano, e põe ponto final à presença histórica da Assíria. Babilónia e a Média partilham entre si os despojos. Nabucodonosor II, o filho de Nabopolassar, incorpora no seu Novo Império Babilónico a totalidade das possessões mesopotâmicas da Assíria que vão até à fronteira egípcia. Ciaxares anexa a antiga Urartu até à fronteira clássica do Hális, na Anatólia Central.

Os Medos, que, juntamente com os babilônios, são herdeiros desde a queda de Nínive, este ano, ano do desgarrado império dos assírios, são dominados imprevistamente pelos seus vizinhos e vassalos, os persas. O rei Medo Astíages é vencido pelo seu próprio neto, Ciro (Cores).

Nabopolassar, alia-se a Ciassare, rei dos medas e organiza um grande número de mercenários scitas e este ano conquista Nínive, Os massacres são os mais hostis e as vinganças contra as atrocidades assírias ainda mais ferozes.


Ano 606 a. C. - Fim do reinado no sul da Mesopotâmia do príncipe caldeu Nabopalassar.


Ano 605 a.C. - Início do reinado de Nabucodonosor II, filho de Nabopolassar. Sob o seu reinado e o de seu pai a Babilónia transforma-se, mais uma vez no centro de uma grande potência.

No Eufrates, exércitos egípcios e babilónicos travam a batalha de Karkemish, decisiva para a posse da Palestina e da Síria. O combate começa em frente das muralhas da cidade antiga e prossegue com violentos combates de rua. O exército egípcio é aniquilado até aos últimos restos e o território da Síria setentrional fica assegurado para a Babilónia até à clássica linha de Gaza. A Babilónia ganha a batalha decisiva de Karchemish, destruindo o exército do Egipto, o “junco partido”.

A luta é travada em Carchemish e os egípcios derrotados, postos em fuga e impiedosamente perseguidos.


Ano 602 a.C. - Na Palestina, Joaquim, posto por Necho no trono de Judá, faz acto de submissão a Nabucodonosor. Apesar da presença de tropas babilônicas, não obstante, os conselhos aflitos do sábio Jeremias, Joaquim revela evidentes sinais de querer libertar-se da nova opressão e contando com a promessa de apoio de Necho , p e em prática a primeira tentativa de revolta automaticamente dominada pelo ocupante. Mas Joaquim, despótico tirano, não entende a lição e este ano, revela-se pela segunda vez, mas teve sorte porque Nabocodonosor está ocupado  com outros empreendimentos


Ano 599 a.C. - Joaquim, na Palestina consegue manter uma fraca independência até este ano, ano em que morre.


Ano 597 a.C. - Queda de Jerusalém. Após a primeira conquista de Jerusalém, Nabucodonosor deixa Judá como Estado vassalo. No meio do primeiro grupo da elite obrigada ao exílio babilónico está, Ezequiel, o mais antigo e erudito sacerdote.

Rebenta em Judá uma clara insurreição. O rei Joaquim, segundo a Bíblia, e todos os seus foram feitos prisioneiros e levados para a Babilónia.

Como herdeiro de Joaquim, que se encontra no cativeiro, sobe ao trono seu tio Matanias, com o nome de Sedecias, como rei da Caldeia.

Crônica Babilônica : “No sétimo ano, no mês de Kislev , (Nabucodonosor) revistou suas tropas e, havendo marchado para a terra de Hatti , sitiou a cidade de Judá, e no segundo dia do Mês de Adar tomou a cidade e capturou o rei. Designou ali um rei de sua própria escolha, recebeu seu pesado tributo e (os) enviou para a Babilônia ” 16 Março. O rei de Judá, Joaquim, foi levado para a Babilónia em “toda a Jerusalém e todos os príncipes, e todos os poderosos homens de valor, dez mil cativos, e todos artificies e todos os ferreiros”; ninguém restou, exceto “as pessoas mais pobres da terra”. Os vasos de ouro do Templo são, do mesmo, modo “feitos em pedaços” e levados!

Nabucodonosor envia um exército e intimida Jerusalém o redde rationem. Joaquim, filho de Joaquim, recusa a rendição e fecha as portas. Depois de um breve cerco, a cidade é tomada e saqueada no dia 16 de março.


Ano 595 a.C. - Psamético II, filho de Necho, começa a reinar. Renuncia qualquer intervenção na Síria e transfere o exército para o lado oposto, contra a Núbia que há séculos fugiu ao controle egípcio.

Na Babilónia, Ezequiel vê junto ao Eufrates a.c. lebre “roda flamejante”.


Ano 594 a.C. - Drácon é um personagem semitíco a quem a tradição atribui o primeiro código de leis escritas da Grécia, o Código de Drácon, o qual pune com a pena de morte os delitos contra a propriedade. As leis escritas são uma solicitação do Demos que não quer ficar à mercê dos Eupátridas nos julgamentos baseados nas velhas tradições. Mas, apesar das leis escritas, a situação do Demos continua ruim. As agitações continuam e este ano, Sólon é nomeado primeiro Arconte e encarregado de promover a paz social entre os Eupátridas e o Demos. Sólon, magistrado e poeta, é nomeado legislador com poderes ditatoriais para promover reformas. Eupátrida por nascimento e comerciante por profissão, descende de uma família aristocrática arruinada economicamente e acumula grande fortuna dedicando-se ao comércio. Vai realizar reformas populares, abolindo a escravidão por dívidas e suprimindo as hipotecas sobre a terra. Não promove a redivisão do solo, mas limita a extensão das grandes propriedades rurais e adopta medidas incentivando a indústria e o comércio. Substitui o critério de nascimento pelo de riqueza para o acesso aos cargos públicos, o que debilita a nobreza e permite aos comerciantes maior participação no Governo. Com base na riqueza dos cidadãos, redivide em quatro classes a sociedade ateniense. Os membros da primeira classe participam do arcontado e do areópago. Cria também a Bulé (Conselho dos 500) integrado pelos representantes das três primeiras classes. A última classe, composta por cidadãos de menor renda, participa da assembléia popular, a eclésia, e do tribunal ateniense, a heliéia.

Necho morre.


Ano 592 a.C. - Ezequiel vê pela primeira vez naves espaciais. Após cinco anos de ter sido deportado para a Babilónia, casado e com trinta anos, sacerdote oriundo de uma família da alta sociedade. Fica completamente aterrado e fortemente emocionado.


Ano 589 a.C. - Psamético II, morre e deixa a seu sucessor Apires, uma óptima situação financeira. Apires encontra um formidável poderio marítimo e fica tão envolvido pela nostalgia das glórias passadas, que não resiste às hostilidades no Retenu.

Cartas de Lachish, datadas deste outono, são despachos de um posto avançado para um oficial do estado-maior de Lachish e abrangem a última fase da liberdade de Jerusalém. um dos despachos tem uma referencia a um profeta. Outro despacho, declara que Jerusalém, Lachish e Azeká são os únicos enclaves israelitas que restam.

Penso: bem

PublicadoPor lazulli às 11:57
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

1000 a.C. (747 a 727)

 

Ano 747 a.C. - As palavras que anunciam a agonia de Israel, o reino setentrional, são lapidares, sóbrias e desumanas. A morte de Jeroboão II constitui o último acto.

* Neste mesmo ano, fecha também os olhos o rei de Judá, Osias , o Leproso.

* Depois de curto tempo de anarquia. Manaem proclama-se rei de Samaria.


Ano 746 a.C.  -
Começo do reinado, do criador do Novo Império Mundial Assírio, Tiglatpilesar III.


Ano 745 a.C. - Subida ao trono Assírio de um antigo soldado de nome Ful , que passa a chamar-se Teglatfalaser III. Primeiro de uma série de tiranos brutais que fundam, por meio de conquistas, o maior Império do Mundo. Durante algum tempo Israel tem vindo a pagar aos Assírios para se livrarem dos tributos, e formando coligações com outros pequenos estados para estacar seu avanço. Mas, o cruel Teglat-Falasar III no trono Assírio, transforma sua belicosa raça numa nação de imperialistas e introduz uma política de deportação em massa para territórios conquistados.


Ano 740 a.C. - Os anais do rei assírio Teglat-Falasar III, registam: “Quanto a Menahem , rei de Israel, o terror o subjugou... ele escapou e se submeteu a mim... prata, trajes coloridos de algodão, roupagens de linho... eu recebi como seu tributo”.


Ano 734 a.C. - O rei assírio Teglat-Falasar III, irrompe até à costa, depois avança costa fora para o “Riacho do Egipto”. Toda a elite, os ricos, mercadores, artificies, soldados, são transportados para a Assíria e lá restabelecidos; em seu lugar são estabelecidos membros de tribo caldeus e aramaicos oriundos da Babilônia. Teglat avança para o interior. Acometido internamente por divisões religiosas e sociais, o reino setentrional de Israel não está em condições de resistir.


Ano 732 a.C. - O rei Assírio, Tiglatpilesar III, juntamente com Damasco (centro de resistência dos arameus na Síria), conquista o território compreendido entre o Tauro e o Líbano. As cidades comerciais ficam à mercê do assalto Assírio, o mesmo sucedendo com o reino Judaico que entretanto surge na Palestina. O Egipto também fica ameaçado. Tiglatpileser III, rei Assírio, arma-se e toma de assalto Gaza (a capital dos filisteus).


Ano 731 a.C. - Epaminondas, general tebano, põe fim à hegemonia militar de Leuctros. Até este ano Esparta tinha conseguido dominar toda a Grécia. Os espartanos foram praticamente invencíveis até este ano. Graças à sua educação inteiramente fundada no culto da força, apesar da fraqueza numérica dos seus exércitos, quase dominaram toda a Grécia durante séculos. Graças à ponta-de-lança das suas tropas de élite. Pesadamente equipados, cobertos de ferro e coiro, invencíveis e eficazes, não conheciam nem medo nem falta de coragem, mesmo que fossem uma centenas resistiam a um exército. Foram praticamente invencíveis durante meio milénio, até este fatal dia em que Leuctros perdeu as mãos por Epaminondas.


Ano 730 a.C. - Tefnakht, apesar de todas as reviravoltas, manteve seu poder íntegro e logo que Piankhi se afasta, aproveita a oportunidade e reconquista grande parte do Delta, subindo ao trono este ano, funda a XXIV dinastia.


Ano 729 a.C. -
A Babilónia e toda a sua região passam a pertencer à soberania Assíria. Os chefes de Assur vendo nesta cidade a mãe da cultura e da religião mesopotâmica, tratam-na com respeito e piedade e Tiglatipilasar III reúne na sua pessoa, os títulos de rei da Assíria e pulu (soberano) de Babilónia.

* Os gregos intentam alargar o seu domínio pelas terras onde a agricultura se mostra proveitosa, especialmente na viticultura, e a partir deste ano, os colonos gregos, fundam duas outras cidades, a sul de Naxos: Leontina e Catânia.


Ano 727 a.C. - Fim do reinado do rei Assírio, Tiglatpilesar III. Morre Teglat, seu sucessor é Salmanasar V.

 


Penso: indecisa

PublicadoPor lazulli às 11:25
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Sexta-feira, 22 de Junho de 2007

1000 a.C (842 a 748)


Ano 842 a.C. - Yaoua Jéhu, rei de Israel do país de Omri , inaugura uma nova política e tenta obter o apoio dos Assírios, contra o inimigo hereditário, o arameu de Damasco. Por isso, quando Salmanasar III (rei da Assíria) leva a cabo, este ano, uma nova campanha contra Damasco, Jéhu não só não envia tropas para apoiar Hazael, que é derrotado no monte Sanirn Antilíbano e obrigado a recuar até à sua capital, mas também faz chegar o seu tributo ao vencedor. Cena que Salmanasar faz representar num obelisco. Mas as esperanças de Jéhu não se concretizam.


Ano 841 a.C. - O eclipse deste ano, é como que um presságio negativo para a dinastia Chou (ou Zhou ) que governa. O rei Li é obrigado a fugir de um grande potentado senhorial, por motivo de uma insurreição no seu próprio território.


Ano 840 a.C. - Os amha’aretz, pessoas comuns da terra de Judá, fazem o seu primeiro aparecimento histórico, quando este ano, derrubam a despótica rainha-viúva, Atalia, que se tinha apoderado do trono e introduzido no Templo, a adoração a Baal .


Ano 839 a.C. - Nova expedição contra Damasco, realizada pela Assíria que, enfraquecida ou vendo-se a braços com problemas nas suas fronteiras, não volta a aparecer no Ocidente, durante mais de trinta anos. Logo que a maré de invasores se retira, Hazael fez pagar caro a Jéhu a sua defecção. Devasta o território de Israel; incendeia cidades, chacina jovens, esmaga as crianças, esventra mulheres grávidas. Jéhu perde toda a Transjordânia.


Ano 814 a.C. - Na costa setentrional da África, como colónia da cidade de Tiro, que domina o comércio no Mediterrânio, onde funda feitorias e colónias, os fenícios (tírios), fundão Cartago, principal (“cidade nova”) no norte de África. O poder comercial marítimo dos fenícios, que possuem colónias e pontos de apoio ao longo das costas do Mediterrânio, desde o mar Negro até ao estreito de Gibraltar é enorme. Os navegadores tírios (fenícios) vão buscar o estanho às ilhas Canárias e à Inglaterra.


Ano 800 a.C. - Os Assírios conquistam Damasco enfraquecendo assim o poder dos arameus, o que liberta Israel do seu inimigo capital.

Na Babilónia reina Semíramis, a maior rainha da Antiguidade, filha de Ataryatis, a deusa-peixe, e de Oanes, deus da sabedoria. Conquistou a maior parte do Médio Oriente e invadiu a índia. dizse que subiu ao ceu sob a forma de pombA.


Ano 773 a.C. - Salmanasar IV, empreende uma campanha contra Damasco; mas durante este período, os Assírios estiverão absorvidos nas suas lutas contra os Medos e, sobretudo, contra o poderoso reino dos chaldes do país de Ourarton (Ararat) isto é, da Arménia.


Ano 757 a.C. - Fundação de Naxos, na Sicília (costa oriental, não longe do estreito de Messina).


Ano 753 a.C. - A 21 de Abril, vinte e três anos depois do início da cronologia Grega, no Lácio, é fundada uma pequena cidade: Roma. Rómulo, o Fundador, o semi-divino, filho do deus Marte, designado pelos deuses para levar a cabo a fundação da cidade, acaba por ser levado aos céus onde passa a ser também um deus com o nome de Quirino, traça o sulco sagrado em volta do terreno onde se edifica a cidade de Roma.


Ano 748 a.C. - Fundação da cidade de Roma (Fábio Pictor, escritor romano).

Jeroboão II foi um soberano de Israel até este ano.

Penso: nada

PublicadoPor lazulli às 18:09
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

1000 a.C (930 a 840)

 

 

Ano 930 a.C. - Morte súbita de Salomão.

 

Ano 926 a.C. - A morte e o fim do reinado de Salomão, provoca a divisão da monarquia Israelita e com ele baixa à sepultura a ilusão de Israel vir a ser uma grande potência. E baixa para sempre! A partir do momento em que Salomão fecha os olhos, acende-se de novo a velha discórdia que destruiu o Grande Estado compreendido no território, Síria/Palestina, como inevitável consequência da dissensão. Dois reinos formam-se em seu lugar: o reino de Israel ao norte e o reino de Judá ao sul.

 

Apesar disto, a última vontade de Salomão é cumprida; Roboão, seu filho, senta-se, ainda que por pouco tempo, no trono de Jerusalém como soberano de todas as tribos, porque Jeroboão, emigrante, regressa precipitadamente do Egipto, e faz-se coroar rei, convertendo-se no soberano da região do Norte, de Israel. Roboão conserva o resto, a parte meridional com a sua capital que é Jerusalém. As contínuas desavenças entre as tribos precipítam o fim do Grande Reino acabando numa guerra civil e 10 tribos do Norte separam-se. Entre Judá e Israel não à paz. Em disputas intermináveis corre o sangue do mesmo povo. A fronteira está sempre em luta, numa guerra contínua entre Roboão e Jeroboão. Somente as tribos de Judá e Benjamin reconhecem Roboão como sucessor de Salomão. As outras dez aceitam como rei Jeroboão. Este acontecimento, conhecido como Cisma, leva à divisão da monarquia em dois reinos: o de Israel e o de Judá. O reino de Israel situa-se a norte, formado pelas dez tribos, com a capital em Samaria. O reino de Judá ao sul, constituído pelas duas tribos restantes, tem a capital em Jerusalém.

 

Ano 925 a.C. - Para os setentrionais, Salomão e sua linhagem são crescentemente vistos como destruidores espirituais, bem como opressores seculares. Daí, quando Salomão morre este ano, os setentrionais recusam seu sucessor, Roboão, uma coroação unida em Jerusalém, e insistem para que ele seja para o norte a Sechem para ser coroado rei deles. Os homens que haviam fugido para o exílio sob Salomão, tais como Jeroboão, regressam e exigem um governo constitucional e em particular, a supressão das levas de trabalho forçado e dos elevados tributos.

 

Ano 923 a.C. - O faraó do Egipto, Scheschonk I, (Sesac) ataca a Palestina, no quinto ano do rei Jeroboão.

 

Ano 920 a.C. - O Faraó Sheshonk I, invade a Palestina e saqueia Jerusalém.

 

Ano 880 a.C. - Na Babilónia, Salmanazar II, foi representado nos templos por admiráveis esculturas, acompanhados por homens com asas.

 

 

Ano 860 a.C. - Assurbanipal III, na Babilónia, assim como Salamanzar, é representado nos templos por admiráveis esculturas, acompanhado por homens com asas.

 

Ano 854 a.C. - Salmanasar III, rei da Assíria, de entre os adversários que combateram na batalha de Qarqar, menciona Ahabbi Sri’lai, (Achab) rei de Israel.

 

Batalha de Qarqar, onde Salmanasar III, em marcha para o sul, enfrenta uma coligação chefiada por Bir-Idri (Ben Hadad II) de Damasco e que reune doze reis, entre os quais os príncipes fenícios e Ahabbu Sirlai, ou seja Achab de Israel. Este último, dispõe de 10 000 soldados e 2 000 carros de guerra.

 

Ano 850 a.C. - O profeta Eliseu fala com “Deus” e é transportado por um turbilhão de vento.

 

Ano 849 a.C. - O homónimo de Joram, filho e sucessor de Josaphat, o Joram, rei de Israel, mantem em relação aos Arameus, a política de Achab, seu pai. Como aliado ou como vassalo toma parte das campanhas que Benhadad II realiza este ano contra Salmanasar III.

Penso: sei lá!

PublicadoPor lazulli às 21:22
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